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quarta-feira, 15 de julho de 2026

Prefeitura de Ubaíra BA abre processo seletivo com 81 vagas e cotas para ciganos

Processo seletivo simplificado oferece 81 vagas e cadastro reserva em Saúde, Infraestrutura, Ação Social, Administração e Educação.

Autor: Redação Folha Dirigida - Publicado em:13/07/2026 às 14:54

A Prefeitura de Ubaíra, no Vale do Jiquiriçá BA, publicou o Edital nº 001/2026 do Processo Seletivo Simplificado, com vagas imediatas e formação de cadastro de reserva para níveis fundamental, médio/técnico e superior. As oportunidades abrangem as secretarias de Saúde, Infraestrutura, Ação Social, Administração e Educação. A seleção será realizada por prova de títulos.

As Inscrições estão abertas entre 13 a 23 de julho de 2026 (até 23h59), no site da organizadora Planejar Concursos. As taxas são de R$ 50 (nível superior), R$ 40 (nível médio/técnico) e R$ 30 (nível fundamental). A prova inclui etapa única de títulos, com pontuação mínima de 30 pontos para classificação. Os Salários vão até R$ 5.130,63; jornadas de 20 a 40 horas semanais.

Há Cotas de 5% para PcD e de 30% para PPICQ (pretos, pardos, indígenas, ciganos ou quilombolas). O resultado final está previsto para 17 de agosto de 2026.

Os cargos são variados e para distintas Secretarias Municipais, como de Saúde, de Infra estrutura, de ação social, de administração, de Educação.

Todos os comunicados oficiais, incluindo listas, recursos e resultados, serão publicados no site da organizadora e no mural da Sede Administrativa Municipal.

Requisitos gerais

  • Nacionalidade brasileira ou portuguesa; estrangeiros devem comprovar regularidade no país.
  • Idade mínima de 18 anos na data da contratação.
  • Escolaridade e, quando exigido, registro no respectivo conselho profissional.
  • Aptidão física e mental para o exercício do cargo.

Validade - O processo seletivo terá validade de 2 anos a partir da homologação, podendo ser prorrogado por igual período.

Sobre Ubaíra

Localizada no Vale do Jiquiriçá, Ubaíra integra um importante corredor de municípios do interior baiano com forte presença da agricultura familiar e do comércio regional. A rede municipal de saúde e educação está em expansão, o que explica a diversidade de funções abertas no processo seletivo.

Onde encontrar o edital e como acompanhar

Edital nº 001/2026: disponível no site oficial da Prefeitura de Ubaíra e no portal da organizadora. Organização: Planejar Concursos (inscrições e publicações oficiais).
Recomenda-se acompanhar diariamente os canais oficiais durante o período de inscrições e de análise de títulos.

Disponível em: https://folha.qconcursos.com/n/prefeitura-de-ubaira-ba-abre-processo-seletivo-com-81-vagas-imediatas

 

terça-feira, 26 de setembro de 2023

Primeiro cigano de tradição circense defende mestrado na UFBA

 

O trabalho reflete os dilemas superados por ciganos/as para acesso ao ensino superior e apresenta um panorama das políticas de ações afirmativas para ciganos/as promovidas por Instituições de Ensino Superior (IES) no Brasil

A Universidade Federal da Bahia (UFBA), através do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências professor Milton Santos (IHAC) - Programa de Pós-Graduação em Estudos Interdisciplinares Sobre a Universidade (PPGEISU), promove a primeira banca de defesa do mestrado de um cigano da etnia Calón de tradição circense, nesta sexta-feira (29).

O jornalista, multiartista e estudante Roi Rogeres Fernandes pesquisou a relação dos Povos Ciganos com o Ensino Superior, através do método autoetnográfico. O trabalho apresenta os dilemas superados por ciganos/as para acesso ao ensino superior e um panorama das políticas de ações afirmativas promovidas por Instituições de Ensino Superior (IES), voltadas a essa comunidade tradicional, instituída oficialmente em 2007. O estudo contou com a orientação de Georgina Gonçalves, profa. Dra. titular do PPGEISU.

A banca será composta pelo cigano da etnia Calón e pesquisador Dr. Aluízio de Azevedo (FIOCRUZ-RJ); profa. Dra. Claudia Nunes (UFS), cigana Calin; profa. Dra Sônia Sampaio, titular do PPGEISU/UFBA. E homenageará o primeiro professor Dr. Cigano do Brasil, Jucelho Dantas da Cruz (UEFS), um dos principais articuladores das cotas para estudantes ciganos/as na Bahia, Estado pioneiro na iniciativa. A apresentação acontecerá em formato remoto. Os interessados em acompanhar a defesa, podem enviar manifestação de interesse para o e-mail roirogeresff@gmail.com para recebimento do link, que será disponibilizado considerando a limitação de acesso à sala virtual.



PPGEISU foi o primeiro PPG da UFBA a incluir Povos Ciganos nas ações afirmativas

Em maio de 2021, o curso de Mestrado Acadêmico do PPGEISU acrescentou os povos ciganos para ingresso por meio das ações afirmativas, através de vagas supranumerárias, além de estudantes (as) negros (as), pretos (as) e pardos (as), e sobrevagas para indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência e pessoas trans (transexuais, transgêneros e travestis), sendo o primeiro programa de Pós-Graduação (PPG) da UFBA com vagas específicas para ciganos/as.

De acordo com Maria Thereza Coelho, coordenadora do PPGEISU, a primeira banca defendida por estudante cigano no Programa, com membros também ciganos na banca, reflete o compromisso com a reparação social para com a comunidade, bem como demonstra que o PPG segue de portas abertas para acolher a pluridiversidade étnica, característica da população brasileira.

“Recentemente aumentamos a nota do Programa junto à CAPES e aprovamos o projeto de implementação do doutorado acadêmico, o que amplia o nosso campo de atuação educacional e social. Fomos o primeiro da UFBA a tomar essa iniciativa ao acolhermos um estudante cigano, mas desejamos não sermos o único. Esperamos que a iniciativa inspire outros/as estudantes das etnias ciganas a ocuparem esses espaços historicamente negados e assim fazemos cumprir também o nosso compromisso de reparação. É um momento especial para toda comunidade acadêmica”, declarou.



Fotos: Bárbara Jardim

quarta-feira, 16 de março de 2022

Podcast Cultural foca nas vozes de mulheres ciganas de tradição circense

  

Sarrara Fernandes é a entrevistadadora do podcast

Quem deseja saber mais sobre a vida cigana circense têm agora a oportunidade de conhecer e ouvir as vozes de sete mulheres ciganas em podcast cultural que acaba de ser lançado no último dia 10 de março. Trata-se da série “As sete ciganas e o Circo”, que pode ser ouvido na plataforma Spotify, por meio do link: https://open.spotify.com/show/7tx7WmEC5q7MnvYZH089qj.

O produto cultural traz uma conversa as “Irmãs Fernandes”: Iracilda, Cacilda, Cleibia, Àgda, Irismar, Dorinha e Mércia Fernandes, que acessam suas memórias para narrar as tradições, desafios e obstáculos enfrentados durante seus itinerários por diversos circos. A família Fernandes está na quinta geração de ciganos-circenses, é considerada uma das únicas com a cultura cigana e circense juntas, dividida em diversos circos espalhados pelo Nordeste brasileiro.

O projeto idealizado pela também cigana de tradição circense Sarrara Fernandes, sobrinha das ciganas protagonistas, visa contribuir com a preservação da memória de mulheres ciganas de tradição circense, visibilizar essas narrativas e fortalecer as lutas das mulheres ciganas, no sentido de combater preconceitos e estereótipos.

No Podcast, Sarrara realiza entrevistas com as sete ciganas, que revelam as dores, emoções, alegrias, e aspectos singulares das culturas ciganas e circense através das suas histórias. O enfrentamento ao preconceito por suas origens está na pauta dos diálogos repletos de emoção, informação e valorização das culturas ciganas e circenses.

O projeto contribui com a oferta de conhecimentos e conteúdo feito por ciganas e acerca das mesmas para a sociedade baiana, além de alcançar o máximo de pessoas pela via da comunicação digital. Almeja também combater a ciganofobia e ao anticiganismo (racismo contra ciganos/as), para a melhoria e condições de vida das mulheres ciganas, especialmente as de tradições circenses, valorizar suas culturas, memórias e tradições.

Para a realizadora do projeto, “oportunizar lugares de fala para mulheres ciganas e circenses – historicamente vítimas de opressão, silenciamentos, violências e preconceitos, e impulsionar a participação e a representatividade das ciganas nos espaços de formação cultural e cidadania no Estado da Bahia” são a principal motivação da iniciativa.

O Podcast Cultural “As Sete Ciganas & o Circo” tem o apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura (Prêmio Cultura na Palma da Mão/PABB) via Lei Aldir Blanc, redirecionado pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Texto e foto: Assessoria de Comunicação

quarta-feira, 2 de março de 2022

Entrevista exclusiva: Roy Rogeres fala sobre seu filme de estreia “Debaixo das Lonas, Tudo é mais bonito!”

O cigano de tradição circense, Roy Rogeres, lança obra fílmica nesta sexta-feira (04 de março), às 20h, no Canal do You Tube da produtora Mulher de Bigodes Filmes. Veja a matéria completa aqui.

Para saber mais sobre o filme, fomos ouvir o cineasta, que também é jornalista e teatrólogo, sobre sua estreia no cinema. Ele contou tudinho sobre o que podemos esperar na obra e nos próximos trabalhos.

Roy é comunicólogo – jornalista –, militante, multi-artista e pesquisador dos povos ciganos circenses, cursando mestrado em Estudos Interdisciplinares Sobre a Universidade Federal da Bahia (PPGEISU-IHAC/UFBA), onde é representante estudantil. Ele pertence à quarta geração da tradicional família Fernandes; composta por ciganos da etnia Calon e de tradição circense e acaba de finalizar seu primeiro filme média-metragem, “Debaixo das Lonas, Tudo é mais bonito!”, que conta a vida de sua irmã mais velha, Irisma Fernandes, também conhecida artisticamente como “Tati, a Cigana”

Durante toda infância e adolescência o cineasta acompanhou vários circos pelo Brasil, passando por várias escolas, até que por volta de 15 anos, a família fixou acampamento na cidade de Feira de Santana-Bahia. Também cursou Artes Cênicas – Interpretação Teatral, na UFBA e desenvolveu amplo trabalho no campo das artes cênicas, participando de vários espetáculos e festivais de teatro por todo o Estado.

Roy possui também experiência na gestão de RH e Negócios e em assessorias de comunicação de organizações privadas e públicas. Atuou como repórter nos jornais impressos Folha do Estado da Bahia e A Tarde. Atualmente é assessor de comunicação da Secretaria Municipal da Saúde de Salvador e produtor cultural independente.

Roy Rogeres e Tati, a Cigana: irmãos circenses herdaram veia artística da família Calon

Confira abaixo entrevista exclusiva com o multi-artista cigano e cirsense:

Aluízio: Como teve a ideia para transformar a vida de Tati, a Cigana em filme? O que ela tem de especial que pode servir para outras pessoas?

Roy: A ideia de transformar a vida da Tati em filme é muito antiga. Nutro uma admiração, um orgulho e um amor por ela muito grande. E isso vem do reconhecimento desde muito cedo da magnitude dela enquanto artista, enquanto pessoa. As responsabilidades que ela assumiu muito jovem, uma vez que meu pai faleceu eu tinha dois anos e ela era a irmã primogênita. Através dela nós tínhamos contratos no circo. Ela foi e continua sendo uma super artista e desde muito pequeno minha admiração existe. A ideia de fazer um filme, veio na última visita, quando estive lá no rancho dela e nós conversando da vida, desses caminhos e descaminhos, dessa itinerância, dela ter parado exatamente no lugar onde se arranchou e toda essa história, então; eu pensei naquele momento, em novembro do ano passado, que na primeira oportunidade iria transformar essa ideia, essa história da vida dela, que por si só já tem bastante conteúdo e coisas interessantes e admiráveis, em um projeto cultural. Acabou dando certo, nós fomos aprovados nesse projeto, com a maior pontuação da região de SISAL, na Bahia, que compreende o município de Tucano,  distritos de povoado Crenguenhem e comunidade umburaninha, onde ela reside. Nós fomos aprovados muito por conta do objetivo que é visibilizar sobretudo as mulheres ciganas de tradição circense.

Aluízio: O que você objetiva com a obra?

Roy: a gente objetiva visibilizar as pautas das mulheres ciganas de tradição circense. Contribuir, colaborar no combate ao racismo, no nosso caso anticiganismo, ciganofobia; desqualificar narrativas negativas relacionadas aos ciganos e povo circense. Mostrar também como é a vida de fato debaixo dessas lonas de circos e não só essa parte glamourizada e romantizada. O projeto parte da ideia de mostrar a realidade, as dificuldades, desafios, a falta de incentivo para os circos de menores porte. Visibilizar as narrativas de ciganos, feita por ciganos. Uma mulher que assume o seu lugar de fala, cigana circense, que narra sua vida, trajetória, itinerância,  os desafios que passou, que superou e que supera e continua a superar todos os dias, afinal de contas o preconceito existe muito grande e no caso dos povos ciganos e povos circenses é um duplo preconceito.


"é uma cultura ainda marginalizada, a gente costuma dizer que o

circo é o primo pobre da cultura e a gente precisa mudar este 

cenário".


Aluízio: É um filme de cigan@s com cigan@s, este é um diferencial?

Roy: Com certeza vai ser um filme de ciganos, com ciganos, por ciganos, sobre ciganos, acerca dos ciganos e tendo alguém com esta visão de dentro, ,de baixo, é um diferencial enorme, importante e com certeza dá um quê de especial para a relevância que o filme tem, afinal de contas, é raro, uma das poucas pessoas que eu vejo fazendo filmes estando dentro, fazendo parte da comunidade cigana e também artística, como um cineasta, é você Aluízio. Não posso deixar de ressaltar a grande inspiração e incentivo que vejo a partir de você, do seu trabalho, como comunicólogo jornalista, que também envereda aí pela área do cinema. Faço cinema muito com essa inspiração e com esse intento de fazermos nós as nossas histórias, de contarmos nós as nossas visões de mundo, nossas vidas, nossos desafios, alegrias, dores e tristezas. Tudo isso ser dito por nós tem um sabor muito especial e com certeza isso reflete no conjunto do filme.


Família Fernandes e equipe do filme: tradição circense que passa de geração em geração

Aluízio: Como é a relação entre as pessoas ciganas e o circo, ela é antiga?

Roy: A relação dos povos ciganos como circo posso dizer que é milenar. No caso da minha família, o circo sempre foi um meio de sobrevivência, uma tradição que a gente já nasceu. As últimas gerações já nasceram assim, estamos na quinta geração, a Tati é da terceira geração. Nós nascemos nessa tradição e esta é uma relação antiga, uma tradição milenar. Os povos ciganos, de uma maneira em geral, estão sempre muito ligados com a arte como um todo, quer seja a música, a dança, também a performance, o teatro e as artes circenses, a que considero como uma das artes mais completas, envolve a dança, a música, a magia, a comunicação e tantas coisas. É uma relação antiga, que vem sendo nutrida há duras penas, porque como disse o preconceito com os povos ciganos e povos circenses é duplo. Já tem o preconceito quando se é de circo. Quando se é um forasteiro chegando na cidade, as pessoas muitas vezes tem um olhar negativo, uma recepção negativa e este é um grande desafio, na medida que, tem também pessoas com outro olhar, com admiração, que vão para o circo porque gostam. Em muitas cidades o acesso a cultura, as opções de cultura e entretenimento são muito escassas, então, ter um circo é sempre motivo de alegria. E o filme explicita muito disso, o quanto as pessoas do circo provocam as pessoas na cidade, em vários lugares, quer seja no fascínio, na repulsa, na amizade, no receio, no medo, um misto de sentimentos que fica claro no filme e a gente aborda. Os desafios de se chegar nos terrenos, nas praças como a gente chama, muitas vezes a noite, sem acesso a água a energia, enfim, toda uma dificuldade. Há as pessoas que negam e o apoio do município, às vezes não tem. Noutras, o terreno que o município dá para o circo ficar é lá no final da cidade, perto do lixão... Então, é uma cultura ainda marginalizada, a gente costuma dizer que o circo é o primo pobre da cultura e a gente precisa mudar este cenário.


"Debaixo das lonas tudo é mais bonito, na minha visão de cigano

 circense e acredito que as lonas das marquises, das tendas, das 

barracas, do circo, nos convidam a olhar este mundo, este 

universo e a vida de uma outra forma, com mais beleza". 


Aluízio: Como se sente em dirigir e representar a sua própria cultura?

Roy: estou estreando como diretor de filme. Sai do circo tinha pouco mais de 15 anos e desde então já enveredei no teatro e nas artes cênicas, o que foi uma forma de continuar na arte circense, inserido na arte. Durante a minha vida toda, fiz teatro em grupos, participei de muitos festivais, espetáculos infantis, adultos, juvenis, percorri a Bahia inteira com vários espetáculos de teatro e é uma experiência que colaborou para hoje me inserir no cinema, nesta arte que sempre gostei muito, admirei. Foi através do cinema e desejando fazer cinema, que comecei a prospectar opções de pesquisa. Acabei cursando uma disciplina especial no mestrado sobre cinema documentário e aprendi muito nessa disciplina. Essa sementinha estava plantada aqui dentro e uni o útil ao agradável: a experiência que já tinha do circo, do teatro, na produção de espetáculos e de filmes, que também participei como assessor de comunicação. A gente acaba sendo multirreferencial, múltiplos, me considero um multi-artista hoje e estrear é uma sensação de muita alegria. Não posso negar, que estou orgulhoso com o resultado, feliz, por poder, através de uma plataforma exibir um trabalho feito com pouco recurso e investimento, mas o suficiente para afetar as pessoas. O filme traz uma beleza, o lado genuíno das pessoas e mostra algumas das características muito marcantes do nosso povo, como é o caso da oralidade, servindo para romper estereótipos e barreiras. As pessoas esperam que nós sejamos de um jeito e aí a Irismar, que é a Tati, personagem principal do documentário, mostra ser uma pessoa diferente daquilo que se espera, assim como nós mostramos ser diferentes daquilo que se espera. Quis mostrar essa realidade que é dura e sofrida do povo cigano, circense sobretudo, mas uma realidade de superação, de belezas, alegrias, de muitas coisas positivas. Claro a gente não pode romantizar as situações de marginalidade, o fato de vivermos historicamente as margens da sociedade, discriminados, silenciados e oprimidos. Tudo isso serve como um conjunto de indignação que faz com que a gente queira levar, nós ciganos, o outro lado, o nosso olhar para nossa história.

Aluízio: Porque as pessoas devem ver Debaixo da lona, tudo é mais bonito? E, de onde vem esse nome?

Roy: porque é capaz de tocar, transporta os espectadores para muitas emoções, para uma narrativa forte e contundente. Uma narrativa de muitas das que se tem notícias. Um filme feito por ciganos, de ciganos, acerca dos ciganos, de tradição circense. A gente sabe que a literatura, as próprias artes, muitas vezes invisibilizam esses povos, ou quando são retratados, aparecem de maneiras incoerentes. A gente mostra com as limitações que um projeto não tão grande, mas como cinema independente, com as dificuldades inerentes em se fazer cinema, com pouco investimento, mas a gente mostra nesse filme o porquê estar debaixo das lonas é tão bonito! Porque debaixo das lonas tudo é mais bonito, na minha visão de cigano circense e acredito que as lonas das marquises, das tendas, das barracas, do circo, nos convidam a olhar este mundo, este universo e a vida de uma outra forma, com mais beleza. E fica o convite, para todos assistirem. É um filme feito com muita garra, muita vontade, com muita gente que acredita na proposta, na relevância do filme, em contribuir com um futuro do universo cigano circense, com menos dores e mais oportunidades. Um futuro com maior valorização das culturas ciganas e circenses, maior apoio. Que se abram os caminhos para essas culturas, porque elas também andam juntas.

Roy quando criança em suas andaças e artes pelo circo

Aluízio: No Brasil temos muitas famílias ciganas e circenses?

Roy: No Brasil temos não só a minha família, temos outras... mas a minha acredito ser uma das maiores, se não a maior, com mais de sete circos pelo Brasil. A Irismar traz na sua trajetória este fator de ser um artista que vivenciou neste Brasil inteiro com mais de 20 circos e merece ter sua história contada, reconhecida, por toda sua contribuição do ponto de vista cultural para as culturas ciganas e circenses. Ela vem disseminando ambas as culturas, repassando esses conhecimentos ancestrais e é isso que o filme nos coloca: diante das culturas ciganas e cirenses, não só aquilo que nos alegra, lindo, romântico e mágico; como também aquilo que nos torna humanos, vulneráveis. Aí consiste o esplendor deste filme: retratar de maneira fidedigna, verdadeira, a partir de suas próprias narrativas, as histórias e memórias de uma cigana de tradição circense, que tem muito orgulho disso, da família. Este filme é uma declaração de amor e orgulho ao povo cigano de tradição circense.

Texto: Aluízio de Azevedo

Fotos: Roy Rogeres

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Roda de conversa “Direito de ser e Existir da População Negra e Povos Ciganos"

 

Organizado pela Defensoria Pública da Bahia, evento contará a participação da presidente da AEEC-MT, Fernanda Alves Caiado e ocorre nesta terça-feira (03.08) na plataforma zoom

Ativistas do movimento cigano e do movimento negro, entre eles, a presidente da Associação Estadual das Etnias Ciganas de Mato Grosso (AEEC-MT), Fernanda Alves Caiado, participarão nesta terça-feira (03.08) da “Roda de Conversa: Direito de Ser e de Existir da População Negra e Povos Ciganos”. Organizado pela Defensoria Pública do Estado da Bahia (DPE/BA), o evento ocorrerá pela plataforma Google Meet, entre 15h e 17h30 (horário de Brasília).

A roda de conversa contará  com a presença da presidente da Associação Nacional de Mulheres Ciganas Edvalda Bispo; o professor da UEFS, Jucelho da Cruz; o representante dos povos ciganos no Conselho de Igualdade Racial do Estado da Bahia, Diran Cigano; e o presidente do ICB, Rogério Ribeiro. Pelo movimento negro estarão presentes o Presidente Estadual UNEGRO-BA, Eldon Neves; e o Membro do Conselho Pastoral dos Pescadores e Coalizão Negra por Direitos, Zezé Pacheco.

O tema disparador da reunião será o caso de Vitória da Conquista, que ocorreu no último dia 13 de julho, envolvendo um conflito entre dois policiais à paisana e a família cigana Silva Matos, composta por um casal e seus 10 filhos, que resultou na morte imediata de dois policiais e dois irmãos. Desde então, de uma forma bastante truculenta e nebulosa; a PM iniciou uma verdadeira caçada aos outros oito irmãos desta família, tendo matado outros seis irmãos, inclusive um adolescente de 13 anos. Dois irmãos Silva Matos continuam foragidos.

Lideranças ciganas da Bahia e famílias de Vitória da Conquista denunciaram o episódio em nota pública e para vários órgãos de direitos humanos e governos local, estadual e nacional. Entretanto, a matança continua.

O evento terá como convidados-anfitriões os seguintes defensores públicos da DPE-BA: Subdefensora Pública Geral, Firmiane Venâncio; Coordenador do Núcleo de integração, Mauricio Saporito; Coordenador da 2ª Defensoria Pública Regional, José Raimundo Campos; a Coordenadora da 12ª Defensoria Pública Regional, Yana de Araújo Melo; e membro do Grupo de Trabalho de Igualdade Racial - DPE/BA, Rafael Coutos. A mediação será realizada pela Ouvidora-Geral da DPE-BA, Sirlene Assis.

Além disso, integrarão o encontro os deputados estaduais pela Bahia, Olívia Santana (Presidente da Comissão dos Direitos da Mulher) e Hilton Coelho (Membro da Comissão de Direitos Humanos). Representando o governo do Estado da Bahia, participarão o Comandante do Policiamento Regional Sudoeste/ Vitória da Conquista, Ivanildo da Silva; o Superintendente de Direitos Humanos – SJDHDS, Jones Carvalho; e o assessor especial da SEPROMI-BA, Ailton Ferreira.

Também acompanhará a reunião, o Ouvidor da Defensoria do RJ e Coordenador de Política Criminal do Conselho Nacional das Ouvidorias Externas das Defensorias do Brasil, Guilherme Pimentel.



Entenda o caso – As ações da PM em Vitória da Conquista alcançaram repercussão internacional, após nota pública com mais de 300 assinaturas, de associações e ativistas ciganos, instituições de ensino superior, pesquisadores e outros movimentos sociais, no dia 15 de julho, com o título “Imediata intervenção do Poder Público para garantir a vida das pessoas ciganas em Vitória da Conquista”, dando conta que além dos mortos outras 15 pessoas ciganas teriam sido violentadas, 10 delas baleadas.

A nota classificou a situação como “massacre e terror que as comunidades ciganas de Vitória da Conquista e cidades da região estão sofrendo, conforme relatos, por parte da polícia militar (PM) do Estado da Bahia” e denunciou, que “após o conflito, segundo relatos, policiais vêm promovendo uma verdadeira caçada e matança junto à todas as famílias ciganas da cidade e região”.

O documento apontou que “vários carros de famílias ciganas foram queimados e casas invadidas e queimadas também, sem autorização judicial e conforme preconiza as ODS – os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, que governos e cidadãos de todo o mundo, promovam o bem-estar de todos”.

Em outro trecho, a nota destaca que “há relatos da existência de áudios supostamente gravados por policiais ameaçadores dizendo que ‘vão pegar todos os ciganos’. E há também relatos de pessoas ciganas inocentes com medo de terem a residência invadida a qualquer momento, não conseguindo sair de casa, sequer para comprar alimentos”.

Acesse a nota na íntegra aqui: https://aeecmt.blogspot.com/2021/07/nota-publica-imediata-intervencao-do.html

Versión en Español: https://aeecmt.blogspot.com/2021/07/nota-publica-inmediata-intervencion-del.html

English Version: https://aeecmt.blogspot.com/2021/07/public-notice-for-immediate.html

Texto: Aluízio de Azevedo

Assessoria para Ciência e Comunicação da AEEC-MT

Quantas mortes ainda serão necessárias para saciar a sede de vingança da PM contra o povo cigano da Bahia?

 

Professor Jucelho Dantas, cigano Calon

Desde o último dia 13/07, quando dois policiais a paisana morreram em confronto ainda não esclarecido com alguns ciganos na zona rural de Vitória da Conquista, que a PM tem empreendido uma verdadeira caçada a ciganos tratados como foragidos. 

Portando-se como um esquadrão de vingança, a PMs já assassinaram sete ciganos.  Dois deles menores de idade. Um com apenas 13 anos, desarmado, que foi executado em uma farmácia na cidade de Vitória da Conquista. 

Em comum na morte dos ciganos temos o braço armado do Estado, que, apesar das evidências de execução de PMs, como de praxe, alegam confronto com os mortos, e a conivência da Secretaria de Segurança Pública e do Governo do Estado, que aos moldes dos "policiais artilheiros do Cabula", afirmam que a ação policial está dentro dos padrões da PM.

Além dos assassinatos protegidos pelo Estado, gravaram vídeos em que vilipendiam os corpos e comemoram acertos de tiros, em absurdo desrespeito aos mortos, aos familiares e a todos aqueles que prezam pela humanidade. 

A quem apelar para frear a sanha assassina da PM, que motivada por vingança, mata quase todos os filhos da família Silva Matos, vilipendia os corpos e ainda conta com o apoio do Estado? Até a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial da Bahia (Sepromi) silencia-se diante do desespero de famílias de ciganos torturados, casas e ranchos invadidos, idosos e crianças espancados, tudo para fazer valer a sede implacável de vingança de alguns PMs.

Não somos contra a justiça, somos contra os justiceiros da PM que agem livremente, fora da lei, com a certeza da impunidade. 

Lamentamos profundamente a morte dos dois PMs e nos solidarizamos com seus familiares, mas não se pode punir os culpados imputando o crime a todos os ciganos e nem aplicar a Lei de Talião para punir criminosos.

Esperamos uma ação enérgica do Ministério Público e da Secretaria de Direitos Humano do Estado, para que sejam apuradas as mortes dos dois policiais e dos oito ciganos.

“Nunca mais o despotismo regerá nossas ações, com tiranos não combinam brasileiros corações”.

Jucelho Dantas da Cruz, Cigano da etnia Calon, Professor Titular da Uefs

sexta-feira, 16 de julho de 2021

Nota Pública: Inmediata intervención del Poder Público para garantizar la vida de personas gitanas en Vitória da Conquista (Brasil)

Gitanos de Vitória da Conquista están siendo cazados por la Policía Militar (PM) y piden socorro

Las comunidades gitanas brasileñas y las asociaciones que abajo firman este documento, juntamente a investigadores/as de diferentes universidades e instituciones y otros movimientos sociales, vienen públicamente solicitar al poder público brasileño, especialmente el Gobierno de Bahia (BA), el “Ministério Público Federal” (MPF), el “Ministério Público Estadual” (MPE), y las Comisiones de Derechos Humanos del Senado y de la Cámara Federal, y ONU, la inmediata intervención para detener la masacre y terror que están sufriendo las comunidades gitanas de Vitória da Conquista y pueblos de la región por parte de la Policía Militar (PM) del estado de Bahia desde los sucesos de la tarde del martes (13/07), conforme a relatos.

En esta fecha ocurrió un conflicto entre dos policías de civil y una familia gitana del distrito de Zé Gonçalves (municipio de Vitória da Conquista), que resultó en la muerte inmediata de los dos policías y dos gitanos. Sin embargo, después del conflicto, según relatos, los policías están promoviendo una verdadera caza y matanza de  las familias gitanas de la ciudad y región.

Afirmamos, a título de aclaraciones, que los pueblos gitanos de Brasil son conformados por tres grandes etnias, los Kaló, los Rom y los Sinti, con innunmerables grupos y subgrupos, que poseen derechos y deberes, como cualquier ciudadano brasileño. No estamos de acuerdo con cualquier actitud criminal, y resaltamos que estamos en contra cualquier tipo de violencia. Es inaceptable la violación de derechos de cualquier ser humano y rechazamos actitudes y acciones que promuevan la muerte de personas, especialmente inocentes.

Según información de vecinos y los medios locales, ocurrió la muerte de más de seis gitanos, asesinados por miembros de la policía militar, además de 15 personas que fueron baleadas y muchas otras que sufrieron violencias en los controles. Varios coches y casas de familias gitanas fueron quemados y sus casas fueron violentadas, sin autorización judicial, lo que resulta una contravención a los ODS – Objetivos de Desarrollo Sostenible de la ONU, que sostienen que gobiernos y ciudadanos de todo el mundo deben velar por el bienestar de todos.

Hay relatos que registran la existencia de audios, supuestamente grabados por policías, con amenazas diciendo que “van a  atrapar a todos los gitanos”. Hay también relatos de personas gitanas inocentes con miedo de que sus casas sean violentadas en forma inminente, sin poder salir de ellas ni siquiera para comprar alimentos.

Este miércoles (14/07), un adolescente gitano de solamente 14 años, que se encontraba dentro de una farmacia, fue baleado por un hombre con un casco en la cabeza, y otro fue asesinado delante de un puesto de Asistencia Social. A pesar de todo el sufrimiento, los cuerpos siguen en Instituto Médico Legal (IML) sin que las familias puedan hacer sus funerales. En Brasil no existe pena de muerte. Que una comunidad entera sufra y muera por actos cometidos que deben ser dirigidos a las instancias jurídicas, evidencia la violencia, la falta de preparación y las injusticias cometidas por la policía militar en Bahia. De esta manera, exigimos que todos los órganos públicos y de derechos humanos interfieran inmediatamente en esta situación, garantizando el derecho a la vida de todos los gitanos que viven en Vitória da Conquista y demás ciudades del Estado de Bahia.

Comunidades enteras no pueden ser criminalizadas por actos individuales. De la misma manera, entendemos que tales actitudes criminales no representan a una corporación como un todo y reafirmamos que somos extremadamente contrarios a esas actitudes que legitiman la pena de muerte en Brasil, ya que según el Código Penal, los autores de crímenes deben ser juzgados de acuerdo con la ley vigente en el país.

Además, solicitamos al gobierno federal y a todos los poderes constituidos que hagan valer la Constitución Federal brasileña, que declara en su sección principal del artículo 5o la inviolabilidad del derecho a la vida, garantizando que “todos son iguales delante de la ley, sin distinción de cualquier naturaleza, garantizando a los brasileños y extranjeros residentes en el país la inviolabilidad del derecho a la vida, a la libertad, a la igualdad, a la seguridad y a la propiedad”. El mismo artículo en su inciso III dice que “nadie será sometido a la tortura ni a tratamiento inhumano o degradante”.

¡Las vidas gitanas importan!

Brasil, 15 de julio de 2021.

1.     1.   Associação Nacional das Etnias Ciganas – ANEC – Sobradinho/Brasília/DF - Presidente: Wanderley da Rocha

2.   Associação Comunitária Otávio Maia – Sousa/PB - Presidente: Cícero Romão batista

3.   Associação Pedro Benício Maia – Sousa/PB - Presidente: Francisco Lacerda Figueiredo

4.   Associação Raimundo de Doca Gadelha – Sousa/PB - Presidente: Francisco Vidal (Nestor Cigano)

5.   Associação Nacional das mulheres ciganas – Porto Seguro/BA - Presidente: Edvalda Bispo dos Santos Viana (Dinha)

6.   Associação Nacional e Cultura Universo Romale de Taubaté – Taubaté/SP - Presidente: Carlos Benjamim

7.   Associação Estadual das Etnias Ciganas de Mato Grosso – AEEC –   Cuiabá/MT - Presidente: Fernanda Alves Caiado - Aluízio de Azevedo

8.   Associação do Centro de Referência Cigana de Santa Catarina – Major Vieira/SC - Presidente: Rogério Silva

9.   Comunidade Cigana de Trindade/GO - Presidente: Júlio Cesar Rodrigues e Divino Ferreira (Secretário)

10.    Associação cedro Centro de Estudos e Discussões Romani - CEDRO/SP -Presidente: Maura Ney Piemonte

11.    Associação Ciganos Itinerantes do Rio Grande do Sul – São Leopoldo/RS - Presidente: Rose Winter

12.    Associação dos ciganos do estado do Ceará – Tianguá/CE - Presidente: Paloma Maia

13.    Associação dos Ciganos de Pernambuco - ACIPE – Recife/PE - Presidente: Enildo Soares dos Santos Filho

14.    Associação Nacional da Ciganas Calins – ANCC - Itapevi/SP - Presidente: Sonia Amaral

15.    Associação Estadual dos Ciganos do Espirito Santo – AECES – Serra/ES - Presidente: Lucilene de Oliveira Souza

16.    Associação Estadual e Cultural de Direitos do Povo Cigano de Minas Gerais – MG  - Presidente: Itamar Pena Soares

17.    Associação de Estudos e Defesa da Cultura Cigana Caravana da Paz - Peruíbe/SP - Presidente: Maurício Tadeu Pereira -   Estela Julietti do Nascimento Pereira                                                                                      

18.    Associação municipal cultural de direitos e defesa dos povos ciganos de Matozinhos e Pedro Leopoldo /MG - Presidente: Leone Soares

Associação municipal cultural de direitos e defesa do povo cigano de Conselheiro Lafaiete/MG – Presidente: Celso e Rafaela

19.    Centro Calon de Desenvolvimento Integral – CCDI – Sousa/PB - Presidente: Francisco Lacerda Figueiredo

20.    Centro de Pesquisa da Cultura Roma (CEPRECO) – Volta Redonda/RJ - Presidente: Alessandra Tubbs

21.    Centro de Cultura e Tradições Ciganas Rom do Rio Grande Norte – ACIGAROM (Segmento Rom Mathuano) - Natal/RN - Presidente: Omar Ivanovichi

22.    Circo Coliseu de Roma (Circense) - Vargina/MG - Presidente: Rodrigo Mikalovic

23.    Comunidade Cigana Circense Família Sbano – SP/SP - Presidente: Adriana Sbano

24.    Coletivo Roda Cigana do Estado de São Paulo - Rede Humanitária -Coordenadora: Lourdes Corrêa (Lu Ynaiah)

25.    Comunidade Centro de Tradição Romani – São Paulo/SP - Presidente: Barô Jorge Nicole

26.    Comunidade Família Cigana Calon Claudomiro Cigano (Marcos Antônio 

Pantaleão - Zona da Mate Mineira) – Conselheiro Lafaiete/MG (Filiada a Roda   Cigana/SP)

27.    Comunidade Itinerante, Preservação e Direitos Romani do Paraná

Responsáveis: Nardi Casanova (Conselheira do Comper e Conselheira Municipal da Saúde), Marisa Galvão, Weverton Passos e Fabio Soares  

28.    Confederação Brasileira Cigana – CBC – Brasília/DF - Presidente: Rogério Nicolau

29.    Federação Cigana de Minas Gerais – FEMICI – Belo Horizonte/MG - Presidente: Leonardo Costa Kwiek

30.    Federação Cigana de Alagoas – Penedo/AL  - Presidente: José Willamis Alves Da Silva

31.    Federação Cigana de Santa Catarina – SC - Presidente: João Rafael Amoedo

32.    Federação Cigana do Distrito Federal – Brasília/DF - Presidente: Divino Jorge Luís

33.    Federação Cigana do Rio Grande do Sul – Passo Fundo/RS - Presidente: Roberto Nicolau

34.    Federação Cigana do Estado de Goiás/GO – FECIG - Presidente: Ademir Gomes da Silva

35.    Federação Cigana de São Paulo – São José do Rio Preto/SP - Presidente: Carlos Traico Tosco

36.    Federação Romani do Estado do Rio de Janeiro – FROMERJ/RJ - Presidente: Saulo Yanovich

37.    Instituto Cigano do Brasil-ICB – Caucaia/CE - Fórum das Comunidades e Povos Tradicionais do estado do Ceará.

Presidente: Rogério Ribeiro - Instituto de Apoio e Desenvolvimento a Comunidade Cigana – IADESCC – Brasil - Presidente: Jucelio Fernandes

38.    Associação Municipal Cultural de Direitos e Defesa dos Povos Ciganos de Andradas  - Presidente: João Batista Nogueira

39.    Associação Cultural de Direitos e Defesa dos Povos Ciganos de Uberlândia/MG - Presidente: Pedro Costite Júnior e André Nicoliche

40.    Coletivo de Ciganos – Grupo Ciganagens – Salvador/BA - Representante: Roy Rogeres Fernandes Filho

41.    Comitê dos Povos Tradicionais do Estado do Mato Grosso – Aluizio Azevedo

42.    Comissão Romani do Rio de Janeiro -RJ - Dora Marcovitch Yanovich

43.    Maria Chiquita Marcovitch

44.    Victor Aristides

45.    Roberto Martins Marttini

46.    Paulo Shimidt Greco

47.    Radmila Gaich

48.    Júnior Gaich

49.    Maria Aparecida Yanovich

50.    Daniel Iancovitch

51.    Samila Martins Stevan

52.    Marlete Queiroz – Cigana Calin – Brasília/DF

53.    Vanessa Marcos – Romi Kalderash – SP/SP

54.    Emerson Guimarães – Cigano Lovara – RS

55.    Diran Alves, presidente do Conselho dos Povos Ciganos da Bahia

56.    Jucelho Dantas – Prof. Dr. da Universidade Estadual de Feira de Santana

57.    Lhuba Stanescon Batuli - Cigana Kalderash - Comissão de Direitos Humanos OAB Nacional

58.    Mirian Stanescon - Cigana Kalderash - Comissão de Direitos Humanos OAB Nacional

59.    União Cigana do Brasil – UCB - Presidente: Marcelo Vacite

60.    Valdeir Bueno, liderança Cigana Calon, comunidade cigana Itaberaí-GO

61.    Antonio Pereira – Vice-presidente do Instituto PluriBrasil – Conselheiro Cigano titular no Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial (CNPPIR) e conselheiro suplente no Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial (CONSEPIR) do Estado do Paraná (PR).

62.    Terezinha Alves Caiado – Conselheira titular do Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial (CNPPIR), membra titular do Comitê Estadual dos Povos e Comunidades Tradicionais de Mato Grosso (CEPCT-MT) e diretora de mobilização da AEEC-MT

63.    Uanderson Pereira dos Santos – membro do Comitê Estadual dos Povos e Comunidades Tradicionais de Mato Grosso (CEPCT-MT) e vice-presidente da Associação Estadual das Etnias Ciganas de Mato Grosso (AEEC-MT).

64.    Margareta Matache, Roma activist and scholar

65.    Aderino Dourado da Mota- Presidente da Associação Comunitária dos Ciganos de Jacobina- BA- ACCJ.

66.    Samuel Gomes - Advogado e professor de Direito

67.    Tenda de Umbanda 7 raios de luz. Presidente Regiane Idalina Sacerdote.

68.    Pastoral Afro-Brasileira Regional do Paraná - Coordenadora Cristina S. de Oliveira

69.    Sindicato das Secretárias (os) e Secretários do Estado do Paraná - Presidente: Neuralice Maina

70.    Associação Xaraiés – Mato Grosso – Presidente Luciano Pereira da Silva

71.    Observatório de Políticas Públicas sobre Covid-19 para povos e comunidades tradicionais – Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat)

72.    1. Grupo Pesquisador em Educação Ambiental, Comunicação e Arte, GPEA-UFMT

73.    Rede Mato-grossense de Educação Ambiental, REMTEA

74.    Observatório da Educação Ambiental, OBSERVARE

75.    Rede Internacional de Educação Ambiental e Justiça Climática, REAJA

76.    Coalizão pelo Clima, MT

77.    Fórum de Direitos Humanos e da Terra, FDHT

78.    Grupo de Estudos em Temáticas Ambientais - GESTA/UFMG

79.    Don José Edson – Bispo em Eunápolis – Bispo Referencial da Pastoral dos Nômades no Brasil

80.    Edilma do Nascimento Jacinto Monteiro - Pós-doutoranda no PPGAS/UFRN e professora substituta do DESOC/UFMA, integrante do Comitê de Antropólogos/as Negros/as e do Comitê de Antropologia e Saúde da Associação Brasileira de Antropologia.

81.    Marilene Gomes de Sousa Lima. Programa de Pós graduação em Linguística PROLING/UFPB

82.    Luciêr de Sousa e Silva. SEEDUC/RJ.

83.    Maria Patrícia Lopes Goldfarb (UFPB)

84.    Patricia Galletti IDAES UNSAM CONICET - Coordinadora Círculo de Estudios Gitanos IDAES UNSAM

85.    Brigitte Grossmann Cairus, pesquisadora do  Laboratório de Estudos sobre Etnicidade, Racismo e Discriminação – LEER na Universidade São Paulo – USP e do Grupo de Pesquisa Ethos, Alteridade e Desenvolvimento (GPEAD) do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional - (PPGDR) da Universidade Regional de Blumenau (FURB).

86.    Marcos Toyansk Guimarais - pesquisador LEER USP

87.    Felipe Berocan Veiga - PPGA-UFF, LeMetro/IFCS-UFRJ e INCT-InEAC

88.    Gabriela Marques Gonçalves  - Cátedra UNESCO de Comunicación - InCom – UAB

89.    Lailson Ferrerira da Silva - Professor Efetivo do Cursos de Bacharelado em Antropologia e BHU  da UNIALB/CE

90.    Natally Chris da Rocha Menini - Programa de Pós-Graduação em História da UFRRJ (PPHR-UFRRJ).

91.    Flávio José de Oliveira Silva - Pastoral dos Nômades do Brasil

92.    Juliana Miranda Soares Campos - NUQ- UFMG

93.    Geysa Andrade da Silva - docente efetiva do Curso de Letras da Universidade do Estado da Bahia - Campus IV - Jacobina.

94.    João Rocha - diretor do Campus IV - Universidade do Estado da Bahia.

95.    Carliane Sandes Alves Gomes - Programa de Pós -Graduação em Geografia da UERJ ( PPGEO/UERJ)

96.    Miriam Geonisse de Miranda Guerra e Laudicéia da Cruz Santos _ representantes do Grupo de Estudos Cultura, Identidade e Ciganos- GECIC/UNEB.

97.    Lenilda Damasceno Perpétuo - Gestora CEF 02 Paranoá - SEEDF

98.     Grupo de Estudos  e pesquisa CONSCIÊNCIA - Faculdade de Educação- UNB. Campus Darcy Ribeiro - Brasília DF

99.     Carmem Lúcia Rodrigues - Professora da Universidade Federal de Alfenas (Unifal-Mg) - Pesquisadora Associada ao NADIR (Núcleo de Antropologia do Direito - FFLCH-USP)

100. Juliana Grisolia – pesquisadora

101. Jane Farias Chagas Ferreira  - pesquisadora

102. Mercia Rejane Rangel Batista - pesquisadora UFCG

103. Mirian Alves de Souza, professora Universidade Federal Fluminense UFF

104. Clever Alves Machado – Pesquisador

105. Bárbara Jardim -  mestranda PPGNEIM-UFBA

106. Vivian Lara – Docente Unemat e pesquisadora do Observatório de Políticas Públicas sobre Covid-19 para povos e comunidades tradicionais – Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat)

107. Claudia de Castro – Observatório de Políticas Públicas sobre Covid-19 para povos e comunidades tradicionais – Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat)

108. Cecília França - Observatório de Políticas Públicas sobre Covid-19 para povos e comunidades tradicionais – Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat)

109. NEPI- Núcleo de Estudos de Populações Indígenas/UFSC

110. Patricia Cristina de Aragão – historiadora da Universidade Estadual da Paraíba

111. Phillipe Cupertino Salloum e Silva - Professor de Direito e  advogado.

112. Inesita Soares de Araujo - pesquisadora - GT Comunicação e Saúde/Abrasco.

113. Rosa Maria de Aquino - Departamento de Ciências Sociais/UFRPE

114. Irandir Souza da Silva - Docente - Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) - Doutoranda Universidade Federal Sul da Bahia - UFSB.

115. Francisca Cardoso- Fórum Maranhense de Mulheres

116. Dayse Batista Santos- Doutoranda PPGES/ UFSB

117. Maria Domingas Mateus de Jesus mulher - Movimento Negro Unificado

118. Aretusa de Oliveira Martins Bitencourt

119. Emerson Antônio Rocha Melo de Lucena - ADUSC/GTPAUA

120. Dra M. De las Mercedes Cano Herrera.  Universidad de Valladolid (España)

121. GEC - Grupo de estudos Culturais do CNPq

122. Matías Domínguez, Universidade de Buenos Aires.

123. Juan Carlos Radovich, Universidad de Buenos Aires/Conicet

124. Watilla Cirqueira Leite - Pesquisadora e mestranda no Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).

125.   Dina Maria Rosário dos Santos  - UNEB/Campus XIII

126.   Elilia Camargo Rodrigues - UNEB/Campus VIII

127.   Lilian Fátima Barbosa Marinho – UNEB/ Salvador – DCV.

128.   Irenilza Oliveira e Oliveira -UNEB/ADUNEB (Coordenação de Gênero, Etnia e Diversidade)

129.   Caroline de Araújo Lima – UNEB/ DCHT XVIII

130.   Daniella Chagas Mesquita - pesquisadora/Doutoranda em Antropologia na UFPR

131.   Instituto Cultiva Presidente Rudá Ricci

132.   Franciele Alves da Silva - pesquisadora/Doutoranda em Antropologia na UFPR

133.   Sueli Silva - militante pelos Direitos Humanos

134.   Carlos Carvalho - militante pelos direitos humanos

135.   Marcos Flavio Portela Veras - Coordenador da Pós-graduação em Antropologia Intercultural  da Universidade Evangélica de Goiás

136.   Racquel Valerio Martins - Asociacion de los Alumnos Brasileños de la Universidad de Salamanca.

137.   Eliana Cossio Coca. Programa de L-EIB FHYCE UMSS

138.   Maria Lúcia Rodrigues - Diretora executiva de folclore estudantil- Educação. Programa de Doutorado PPGE .FE /UFG.Trindade-GO.

139.   Cassi Ladi Reis Coutinho ANPUH/ ABPN

140.   Wilker Lopes Vieira - PPGEO/UFG

141.   Edluza Maria Soares de Oliveira - GPMIT/UFAL - Grupo de Pesquisa em Memória, Identidade e Território.

142.   Leila Samira Portela de Morais - docente Seduc/AL

143.   Helena Dolabela Luciano Pereira - NUQ/UFMG

144.   Carlos Roberto Monteiro de Andrade (Instituto de Arquitetura e Urbanismo - USP)

145.   Grupo de Pesquisa GRIETA - Universidade Federal do Sul da Bahia

146.   Instituto Sorriso Negro dos Campos Gerais- presidente José Luiz Teixeira

147.   Familia Gytana - Diego Cortes - Buenos Aires – Argentina

148.   Dr. Claudio Dalledone, advogado, Professor Instituto Dalledone - Tribuno do Júri Presidente - Comissão do Júri- ANACRIM Presidente Nacional ANAJURI.

149.   Casa Eliseu Voronkoff - Presidente Ana Paula  Frazão - Araucária – Paraná

150.   Proceso Organizativo del pueblo Rrom Gitano de Colombia PRORROM - Ana Dalila Gomez Baos - Coordinadora General

151.   Jachson Roberto Fernandes Tremembé - São Paulo

152.   Grupo Lien Gitan - Curitiba - Paraná - Lucio Suriani - Zoriani Silveira – Vânia - Arruda Sigwalt - Michele de Souza - Michele Cristina Antonio

153.   Edluza Maria Soares de Oliveira - GPMIT/UFAL - Grupo de Pesquisa em Memória, Identidade e Território

154.   Leila Samira Portela de Morais - docente Seduc/AL

155.   Helena Dolabela Luciano Pereira - NUQ/UFMG

156.   Carlos Roberto Monteiro de Andrade (Instituto de Arquitetura e Urbanismo - USP). Grato e abraços solidários

157.   Rodrigo Corrêa Teixeira  - Núcleo de Estudos das Colonialidades  - PUC Minas

158.   Fernando Macías Aranda, centro de estudios gitanos CEG de la Universidad de Barcelona – Espanha

159.   CampusRom, Red Gitana Universitaria. Presidentes , Loli Santiago Santiago y Manuel García Algar – Espanha

160.   Verónica Tejerina Universidad de Valladolid – Espanha

161.   José Eugenio Abajo Alcalde AECGIT (Asociación Enseñantes con Gitanos)

162.   Flor Fontenele - BHU/UNILAB

163.   Antonilma Santos Almeida Castro UNEB/Campus XIV

164.   Camila Gonçalves de Jesus Lopes - Professora da Educação Básica - Prefeitura Municipal de Camaçari, Bahia e Integrante do Núcleo de Leitura Multimeios - UEFS.

165.   Cleiton Maia - Programa de Pós Graduação em Ciências Sociais – UERJ

166.   Janire Lizárraga Iglesias, pedagoga, Asociación Promoción Gitana de Burgos - Espanha

167.   Alba Lizárraga Iglesias,  mediadora intercultural – Espanha

168.   Josefa Eliana Silva (Lila Silva) Pedagoga e Sec Estadual de Cultura do PT – Bahia

169.   Alfredo Rajo Serventich. Universidad Intercultural Indígena de Michoacán, México

170.   Antonio Hilario Aguilera Urquiza - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Brasil

171.   Rafael Buhigas Jiménez, Coordinador Círculo Estudios Gitanos UCM-UNSAM

172.   Marcela Alicia Fumière, socióloga, Universidad de Buenos Aires

173.   Juliana Cristina Salvadori – UNEB/CAMPUS IV/DIFEBA

174.   Ana Lúcia Gomes da Silva - UNEB/CAMPUS IV/DIFEBA

175.   Juan Pablo Martins Dantas da Cruz - cigano da etnia calon e estudante de Direito

176.   Mariana Sabino Salazar - the University of Texas at Austin

177.   Setorial de Segurança Pública do PSOL/ André Emmerick Solyom.

178.   CIA de dança Salomé Oriente - Prof: Salomé - DRT- 0054892/SP

179.   Encontro temático Cigano - Daniel/ Salomé/ Maria

180.   Cledessa Eventos temáticos.

181.   Grupo lá liberdade Cigana - Cleuza lima/Elenir/Simone/Edmara/Márcia/Ademir/Margarida/Marluce/Edna/Vaglana/

182.   Zaina Faruok Abdallah - Terapeuta

183.   Sandra Ruiz

184.   Nany Malet

185.   Kátia  Gurenkoff

186.   Grupo Lunas Mulheres da Casa

187.   Casal Valentin - Gilberto Tibúrcio/ Adriana Valentin

188.   Juliana Madrid

189.   Mary Dandara & Tienda Kumpania Romai

190.   Dr. Fernando Macías-Aranda, investigador gitano - Universidad de Barcelona

191.   CampusRom, Red Gitana Universitaria - Presidentes: Dr. Manuel García Algar & Sra. Dolores Santiago Santiago

192.   Omar Ferretti (DNI: 14685347), soy antropólogo y docente en la Facultad de Humanidades y Artes de la Universidad Nacional de Rosario, República Argentina

193.   Alejandro Vila, Decano de la Facultad de Humanidades y Artes, de la Universidad Nacional de Rosario (Argentina)

194.   Tsara Romai Coletivo de Mulheres

195.   Seção Mato-grossense do Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural Brasileiro

196. Salud Faga Alicante

197. CampusRom

198. Drom Kotar Mestipen

199. Unión Romaní

200. Fundación Secretariado Gitano

201. Instituto de Cultura Gitana

202. Fundació Privada Pere Closa

203. Faga Valencia

204. Faga Aragon

205. Faga Alicante

206. Comunicación Fagex

207. Fakali, Mujeres Gitanas Universitarias

208. Kamira - Federación Nacional de Mujeres Gitanas

209. Federación Gaz Kalo de Asociaciones Gitanas de Navarra

210. Asociación Promoción Gitana

211. Marcos Gabarre Gabarre

212. Romi Valencia

213. Ara Kerando

214. Romi Serseni

215. Aasociacion Mujeres Gitanas Romi

216. REVOLUCIÓN GITANA

217. Gitanos invisibles del siglo XXI

218. Gitanos.cat

219. Romastudies- Estudios Gitanos

220. Asociación Gitanas Feministas por la Diversidad

221. Movimento Kethane

222. Plataforma Khetane

223. Rromani Pativ

224. Comunidade Rroma do Brazil -original opre roma

225. Juristas Gitanos

226. Plataforma gitana de acción política

227. Consejo Ancianos Gitanos de Espana

228. Lisabete Coradini ( NAVIS/PPGAS/UFRN)

229. Organização social Cultural artística e pedagógica Sonho do menino Rei

230. Coletivo afrotu

231. Lar espírita Bonequinha de ouro,

232. Associação Espiritualista Jurema preta na União das crenças

233. Claudia Nunes Santos /UFPA/SBEE/ABA

234. Dr. Alfredo García, gitano e profesor de instituto de educación Secundaria- Espanha

235. Asociación Asturiana para El Cambio Social “Nómades” – Espanha

236. José Antonio, Gitano de España, Zaragoza.

237. Maria ElenaTejero Giménez, gitana española

238. Thik Moreira – presidente da ABN (Asociación de Brasileños en Navarra)

239. Federación Socio Cultural E Rroma Va de las islas canarias España – Presidente Jose Carmona

240. Federação das Associações Ciganas da Catalunha (FAGIC) – presidente Simón Montero

241. Samuel – presidente da entidade Carabutsi e director del Ecomuseo Gitano de Barcelona – Madri – Espanha

242. Doctor Javier Arza - Vicedecano de la Facultad de Ciencias Humanas, Sociales y de la Educación - Universidad Pública de Navarra (España)

243. Marise Galvão Amaral - Curitiba – Paraná

244. Yáskara Kalorri - Presidente da CERCI - Centro de Estudos e Resgate da Cultura Cigana

245.Associação Vicente Vidal de Negreiros - Francisco Alfredo Maia presidente, (Sidney cigano)

246.Sociedade Brasileira de Etnobiologia e Etnoecologia (SBEE)

247.Josan Planton Garcia - Gitano de MAdrid (Espanha)

248. Dr. Jesús Aparicio Gervás, Universidad de Valladolid (España)

249. NEAN OJU OBÁ- Núcleo de Estudo e Pesquisa Antropologia Negra/UFPB

250. Lisabete Coradini ( NAVIS/PPGAS/UFRN)

251. Radja Radash e Carlos benjamim Crustyovich  Martins  - Associação Universo Romale

252.252 - Comitê de Antropológos/as Negros/as da Associação Brasileira de Antropologia.

253. Casa Venezuela - Responsável: Yasmin Esperanza Monsalve Reano

254. Arte Nativa-Cacique Tupi Gilberto Kuaray Werá

255.  Movimiento Nacional Gitano de Antonio Martin el Civil de Marbella – Espanha

256.Carabutsi Calle la Cera – Espanha

257.Carmen Jiménez y soy Trabajadora Social - Educadora en Servicios Sociales Especializados – Barcelona – Espanha

258. Ana Diez-Barturen Llombart, de Zaragoza (España)

259. Luis Guilherme Pires - pesquisador e membro do grupo de pesquisa EtniCidades/FAUFBA

260. ONG Viva Morro - São Paulo

261. ONG Viver Compartilhando Amor - São Paulo

262. ONG Doce Lar Vivendo e Sonhando - São Paulo

263. União das ONGs - São Paulo

264.Vanessa Mary Labigalini - Rádio da Rua - São Paulo

265.ONG Casa de vó - São Paulo

266. ONG Instituto de Políticas Relacionais - São Paulo

267. Projeto Patrulha do Bem - São Paulo

268. Função Contra a Fome - São Paulo

269. Associação Nova Pinheirinho e Região - São Paulo

270. Ong Pilares - São Paulo

271. Ong Nova Visão - São Paulo

272. Brigada Solidária - São Paulo

273. Luz Divina - São Paulo

274. Projeto Samba Pra Familia - São Paulo

275. Associação Clã do Bem - São Paulo

276. Instituto Lar Dona Claudia - São Paulo

277. Projeto Social Favela em Ação  - São Paulo

278. Os Anjos da Rua - São Paulo

279. Projeto Missão Amor ao Próximo - São Paulo

280. Casa da Vovó - São Paulo

281. @Vitoriosos d Kebrada - Guarujá-SP - São Paulo

282. Andromeda Ong - São Paulo

283. Projeto Espalhando Amor  - São Paulo

284. Projeto FloreSer Taboão - São Paulo

285. Associação Tabernáculo - São Paulo

286. Associação X - São Paulo

287. Projeto Social Renato 11 e Amigos - São Paulo

288. Corrente do Bem- Parelheiros  - São Paulo

289. Guerreiros dos Cerejeirad  - São Paulo

290. Ong Instituto Acervo - São Paulo

291. Carla Paiva - Coordenadora de Assuntos Comunitários da Universidade do Estado de Minas Gerais – UEMG

292. María Gusdalupe Diaz Tepepa de México.

293. SKOKRA - Conselho das Associações e Povo Rrom das Américas.