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terça-feira, 30 de maio de 2023

Acesse o Guia de replicação do curso Juventude Cigana

Formação é voltada para jovens ciganos ou pertencentes a povos e comunidades tradicionais

A Associação Estadual das Etnias Ciganas de Mato Grosso (AEEC-MT) lança, nesta terça-feira (30.05), o “Guia Prático para replicação para Povos Ciganos e Povos Tradicionais” do Curso de extensão “Juventude Cigana: da Invisibilidade à Comunicação Popular em Saúde”. A ação encerra as atividades do curso, que foi ofertado em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e teve como objetivo o combate às fake news e desinformação no campo da saúde pública.

O documento está disponível para baixar no seguinte link.

O curso ocorreu via Departamento de História da UFMT, por meio de Chamada Pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Brasília e Organização Pan-Americana de Saúde, com financiamento do governo do Canadá. O projeto contou ainda com as parceiras dos coletivos Orgulho Romani e Ciganagens e do projeto Mapas da Vida, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR).

O Guia de Replicação apresenta o passo-a-passo para que associações, coletivos e movimentos sociais de povos ciganos e/ou povos tradicionais possam reproduzi-lo em condições semelhantes aos que foram executados no curso de extensão. A formação ocorreu de forma online e beneficiou 21 jovens ciganos brasileiros, oriundos de 10 unidades federativas brasileiras: DF, GO, ES, MT, PA, PB, PE, PR, RJ e RN. 

Além do conteúdo das oficinas, o guia conta com objetivos, metodologia, avaliação e programa, além de dicas para antes de começar o projeto e conselhos práticos referentes também a cada uma das oito sessões sugeridas, a exemplo de dinâmicas e exercícios. No caso do Juventude Cigana, as sessões ocorreram entre 28/02/2023 e 23/03/2023, com uma hora e meia de duração, às terças e quintas-feiras, entre 19h e 20h30 (horário de MT).

Sugere-se que os participantes recebam uma bolsa como ajuda de custo e que ao final sejam formados para a produção de conteúdos digitais nas áreas de saúde, considerando o combate à fake news e levando em conta modelos de comunicação e saúde que se preocupem com as realidades dos povos tradicionais. 

O conteúdo apresentado foi construído pelos/as oficineiros/as: Aluízio Azevedo (AEEC-MT e Orgulho Romani), Aline Miklos (ativista Rom), Danillo Kalón (Ciganagens), Elisama Ximenes (Jornalista), Gabriela Marques (Orgulho Romani) e Roy Rogeres (Ciganagens). Já a diagramação é do artista visual Danillo Kalón, que também produziu a logomarca do projeto. A identidade visual e o social media do curso ficou a cargo de Rodrigo Zaiden, Diretor de Arte e Cultura da AEEC-MT.

Assessoria para Ciência e Comunicação da AEEC-MT


quinta-feira, 2 de março de 2023

Jovens Ciganos participam de curso para combate às fake news em saúde

INTEGRAÇÃO:Exclusivo para juventude romani, encontros começaram nesta terça (28.02) e ocorrerão online até o próximo dia 23 de março

O curso de extensão Juventude Cigana: da Invisibilidade à Comunicação Popular em Saúde teve sua sessão inaugural nesta terça-feira (28.02). É a primeira sessão de uma programação que contará com oito encontros, voltados para o combate às fake news em saúde e a valorização das identidades e culturas ciganas. A formação é voltada para 30 jovens ciganos oriundos de 14 Estados brasileiros e pertencentes aos três troncos étnicos, os Calon, os Rom e os Sinti, que possuem culturas e identidades diferenciadas.

Nascida e criada no interior de Goiás e atualmente moradora de Goiânia (GO), a advogada e mestre em Direito Agrário, Sara Macedo, 26 anos, é uma das 30 jovens selecionadas para participar do curso. Pertencente ao tronco étnico Kalon, ela pondera que a relação entre a saúde dos povos ciganos, a comunicação e a saúde são pontos centrais. 

“A saúde sempre foi um debate que me atravessou de uma maneira muito grande. Toda minha família é usuária do SUS. Ninguém tem plano de saúde, no máximo aqueles planos funerários e a gente sabe que a saúde é um indicador importantíssimo das desigualdades em todas as comunidades historicamente perseguidas”, reflete Sara (foto).

Advogada popular ligada à Pastoral da Terra e atuando em Rondônia e Pará com casos de massacre no campo, Sara lembra que dados fidedignos são importantes para que os trabalhadores do SUS reconheçam os povos ciganos. “Quando a gente fala do SUS e dos profissionais destinados ao trabalho de unidades básicas de atendimento e nos postinhos do interior, a gente sabe que esse pessoal chega a partir dos dados e quando a gente fala da população cigana esses dados não existem. Então, como a gente faz?”, questiona a advogada Romani e complementa:

“A pauta da comunicação ou outra forma de comunicação para os nossos povos, que não fale de nós de maneira estereotipada e criminalizando, mas de outra forma de abordar, como a gente vai ver aqui, a partir da saúde. Este espaço do curso vai ser riquíssimo para a gente criar de fato alternativas de sobrevivência neste mundo”, conclui a participante.

Cursando o último ano do ensino médio e trabalhando como jovem aprendiz na área de direitos humanos, Renata Letícia Beserra de Matos, 16 anos, de Cuiabá, também participou da abertura do curso e está animada com a possibilidade de aprendizado. “A minha expectativa para este curso é poder adquirir mais conhecimento como jovem cigana e fazer com que a cultura da nossa etnia continue crescendo e não seja deixada de lado”, comentou.

Integração entre jovens ciganos brasileiros

Durante a abertura, a presidente da AEEC-MT, Fernanda Alves Caiado, abriu a sessão inaugural destacando a felicidade em reunir participantes ciganos e ciganas de todo o Brasil. Ela também ressaltou a importância do curso, inédito no país, que também objetiva a produção de conteúdos digitais nas áreas de saúde, a consolidação de modelos de comunicação dialógicos e comunitários, que reconheçam e dialoguem com as realidades das comunidades romanis e debatam o conceito ampliado de saúde.

“Estamos muito felizes com a presença de todos esses jovens de vários Estados, para aprendermos e refletirmos conjuntamente o que é fake news e como enfrentá-la, a ligação entre informação, comunicação e saúde e a valorização das identidades e das culturas ciganas. Agradeço a todos que se dedicaram a este momento, em especial à Fiocruz, ao governo do Canadá, à UFMT e todas as organizações parceiras.  Estamos aqui com vocês, por vocês e para vocês. Que o curso fortaleça a comunicação e integração entre os ciganos brasileiros”, ponderou Fernanda.

Também na oportunidade, esteve presente a assessora sociotécnica do projeto pela Fiocruz Brasília, Aedê Cadaxa. Em sua fala, a jornalista e servidora pública, enfatizou que o projeto Juventude Cigana integra um projeto maior, com 15 instituições não governamentais, que trabalham com a proposta da comunicação e saúde, pró direitos humanos. Aedê desejou a todos “momentos de muito aprendizado, troca, conhecimentos e fortalecimento, especialmente porque a partir deste curso poderão criar uma rede de jovens ciganos comunicadores populares”. 


Segundo Aedê (foto acima), o objetivo da chamada é “justamente trabalhar a comunicação popular, comunitária, feita por vocês, por quem vivencia as realidades e busca espaço, a garantia dos seus direitos, respeito à sua cultura e modos de viver. A partir do governo federal, não conseguiríamos potencializar ou trabalhar formadores para trabalhar desta forma. Acreditamos muito no território, nas pessoas fazendo por elas, e é isso que a gente quer que instituições como a de vocês criem redes, formem vocês, para serem as vozes dos seus povos”, ressaltou.

Por fim, Aedê Cadaxa comentou sobre a importância do debate do conceito ampliado de saúde e o envolvimento dos jovens no enfrentamento às fake news neste campo. “Vemos em vocês jovens e que trabalham com as redes sociais muita potência, para que todos posam alcançar uma saúde de forma equânime e universal e não apenas o conceito de saúde que se vincula a doença, mas também o conceito de saúde que tem o direito, à identidade, às escolhas, aos modos de viver, trabalho, transporte, moradia e ser reconhecido como é”, concluiu.

Encerrando a abertura da sessão inaugural, a Coordenadora Pedagógica do projeto pela UFMT, a professora do Departamento de História da instituição, Ana Carolina Borges Nascimento, destacou que está participando com uma ponte para garantir que ele seja registrado e institucionalizado e o certificado saia em tempo hábil. Também representante do Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural e Imaterial de Seção Mato Grosso, Ana Carolina ponderou sobre a importância de cursos de extensão para trazer os povos ciganos para o ambiente acadêmico e também fortalecer as pautas da visibilidade romani e as questões de cidadania.

“Sabemos que vocês têm pautas e demandas complexas, envolvendo sobretudo as questões de cidadania e de território e também da fake news. Estou para parabenizar e mais para aprender, para escutar, fazer trocas. A discussão que venho envolvendo raça, gênero e este mundo do trabalho está mais realocado para populações indígenas e negras e agora conhecendo mais e trabalhando também com os povos romanis. Minha mãe é descendente de Boé Bororo e eu sou preta, então, espero poder partilhar e me coloco à disposição”, finaliza Ana Carolina.

Professora do Departamento de História da UFMT e coordenadora pedagógica do Projeto Juventude Cigana, Ana Carolina Borges

Juventude Cigana

Organizada pela Associação Estadual das Etnias Ciganas de Mato Grosso (AEEC-MT) e o Departamento de História da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a formação oferece 30 vagas para pessoas ciganas entre 15 e 35 anos. 

Online, o curso é ofertado por meio de chamada pública lançada pela Fiocruz Brasília, em parceria com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e financiamento do Governo do Canadá. Também conta com as parcerias dos coletivos ciganos “Orgulho Romani” e “Ciganagens”, bem como o projeto Mapas da Vida, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR). A solenidade de abertura do curso, que é online, contou com a participação de representantes de todas as instituições parceiras do curso.

Texto: Assessoria para Ciência e Comunicação da AEEC-MT

Fotos: Arquivos pessoais e Karen Ferreira


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023

Curso Juventude Cigana recebe 63 inscrições e organização amplia 10 vagas

Ação tem como objetivo formar membros da comunidades Romani brasileiros para o combate à fake News no campo da saúde e a valorização de suas identidades e culturas

A Associação Estadual das Etnias Ciganas de Mato Grosso (AEEC-MT), a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e a Fundação Oswaldo Cruz Brasília (Fiocruz Brasília) informam que o número de inscritos no Curso de Extensão “Juventude Cigana: da Invisibilidade à Comunicação Popular em Saúde” chegou a um total de 63 pessoas, superando a expectativa das instituições.

Desta forma, a coordenação do curso, em diálogo com os Coletivos Orgulho Romani e Ciganagens e a Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), por meio do projeto Mapas da vida, decidiu ampliar de 20 para 30 o número de vagas ofertadas. O curso é realizado por meio de chamada pública da Fiocruz Brasília em parceria com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e financiamento do governo do Canadá,

As inscrições começaram no dia 28 de dezembro de 2022 e encerraram em 31 de janeiro de 2023. O curso é online e terá início em 28 de fevereiro às 19h (horário de Mato Grosso) e 20h (horário de Brasília). Serão oito encontros de uma hora e trinta minutos, sempre às terças e quintas-feiras. A última aula ocorrerá em 23 de março.

Na ocasião, ocorrerá uma abertura com a presença de representantes de todas as instituições envolvidas, como a presidente da AEEC-MT, Fernanda Caiado, a professora do Departamento de História da UFMT, Ana Carolina Borges, a Assessora Técnica da Fiocruz Brasília, Aede Cadaxa e a representante do Coletivo Ciganagens e participante do curso, Sarah Macedo.

A maioria dos participantes são da etnia Kalon, seguido pelo tronco étnico Rom. Há apenas uma pessoa inscrita da etnia Sinti. Além disso, a maioria dos inscritos são do Estado de Mato Grosso. O critério de participação de todas as regiões brasileiras e diversidade de estados foi cumprida, alcançando um total de 14 unidades da federação e mais o Distrito Federal (DF).

Entre as cidades e Estados, temos pessoas oriundas de: Sousa (Paraíba), Natal (Rio Grande do Norte), São Sebastião do Passé (Bahia), São Luis (Maranhão), Olinda e Igarassu (Pernambuco), Ananindeua (Pará), Cuiabá, Tangará da Serra e Rondonópolis (Mato Grosso), Rio de Janeiro e Campo dos Goytacazes (Rio de Janeiro), Porto Alegre (Rio Grande do Sul), Goiânia (Goiás), Florianópolis (Santa Catarina), Curitiba (Paraná), Vitória (Espírito Santo) e Aracaju (Sergipe).

Objetivo

Em um contexto em que a pandemia da Covid-19 acentuou as desigualdades sociais, ampliando o negligenciamento em comunicação e saúde dos povos tradicionais, em especial, os povos ciganos, este curso tem como objetivo oferecer uma formação online de curta duração (15h) em comunicação popular em saúde para 30 jovens romani brasileiros para atuação junto às suas comunidades no uso das ferramentas digitais e sua importância para o enfrentamento ao racismo, ao anticiganismo e o combate à desinformação e fake news no campo da saúde pública.

Oficinas e Oficineiros

Quatro oficineiros são membros da comunidade Romani: Aluízio de Azevedo, Roy Rógeres e Danillo Kalon, são do tronco Kalon; e Aline Miklos, do tronco Rom, etnia Kalderash

28/02: Apresentação do projeto, dos facilitadores, oficineiros e participantes: Gabriela Marques (Orgulho Romani), Aluízio de Azevedo (AEEC-MT), Fernanda Alves (AEEC-MT), Ana Carolina Borges (UFMT) e Aede Cadaxa (Fiocruz).

02/03: A informação  e a comunicação no campo da saúde (Aluízio de Azevedo)

07/03: O que é desinformação e fake news? Como identificar? (Roy Rogeres) 

09/03: Definindo e identificando racismo e anticiganismo: discursos de ódio e violências simbólicas (Aline Miklos)

14/03: Fact-checking: fontes, canais, legitimidade e representatividade (Karla Araújo)

16/03: Uso seguro das redes: midiatização e juventude (Gabriela Marques)

21/03: Produção de conteúdo para redes sociais: desafios para a autorrepresentação (Danillo Kalón)

23/03: Encerramento, apresentação de propostas e avaliação: Gabriela Marques (Orgulho Romani), Aluízio de Azevedo (AEEC-MT), Fernanda Alves (AEEC-MT), Ana Carolina Borges (UFMT) e Aede Cadaxa (Fiocruz).

Texto: Assessoria para Ciência e Comunicação da AEEC-MT

sexta-feira, 30 de dezembro de 2022

AEEC-MT e UFMT abrem inscrições para curso Juventude Cigana: da Invisibilidade à comunicação popular em saúde

 

A formação é online, gratuita e destinada exclusivamente para jovens romani de todo o Brasil. Inscrições começam nesta sexta-feira, 30/12/22 e vai até 20/01/2023. No Card os oficineiros do curso.

            A Associação Estadual das Etnias Ciganas de Mato Grosso (AEEC-MT), em parceria com o Departamento de História da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), abriu inscrições para o curso online e gratuito realizado dentro do projeto “Juventude Cigana: da invisibilidade à comunicação popular em saúde". O objetivo é formar jovens ciganos, ciganas e ciganes para a produção de conteúdos digitais nas áreas de saúde considerando o combate à fake news e a consolidação de modelos de comunicação que se preocupem com as realidades das comunidades romaníes no Brasil.

            O curso é organizado pelos jornalistas e pesquisadores Aluízio de Azevedo e Gabriela Marques, do coletivo Orgulho Romani e  a partir de chamada pública da Organização Pan Americana de Saúde (OPAS) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)  com financiamento do governo do Canadá, que selecionou projetos de comunicação popular em saúde de todo o país.

            Serão realizadas oito sessões online, com especialistas e profissionais, sobre temas relativos à comunicação e saúde das comunidades ciganas, partindo do olhar crítico às mídias e a desinformação em saúde. Entre eles, a informação e a comunicação no campo da saúde; o que é desinformação e fake news, identificando racismo e anticiganismo: discursos de ódio e violências simbólicas; uso seguro das redes: midiatização e juventude; e produção de conteúdo para redes sociais: desafios para a autorrepresentação.

            Os encontros acontecerão entre 28/02 e 23/03 com uma hora e meia de duração cada. As inscrições estão abertas até 31/01 pelo link no formulário do Google Forms: https://forms.gle/saeZ9cXWa4gbXhQc9.                

Participantes com pelo menos 70% de presença receberão certificado ao final da formação emitido pela Universidade Federal do Mato Grosso e uma ajuda de custo como incentivo à participação. Após o encerramento do curso, será elaborado um guia online sobre produção de conteúdos em saúde para populações ciganas.

Critérios para seleção

-        Curso exclusivo para pessoas ciganas;

-        Faixa etária preferencial: 15 a 35 anos;

-        A seleção buscará paridade de gênero e diversidade sexual entre participantes;

-        Disponibilidade para participação nos horários do curso (19h às 20h30 - horário de MT e 20h às 21h30 - horário de Brasília);

-        A seleção buscará equidade étnica entre participantes proporcional às populações ciganas no Brasil;

-        A seleção buscará uma maior distribuição territorial com participantes das cinco regiões brasileiras

-        Em caso de alto volume de inscrições, será elaborada uma lista de espera, podendo haver abertura de mais vagas.

Programação

28/02 - Apresentação do projeto, dos facilitadores, oficineiros e participantes

02/03 – A informação  e a comunicação no campo da saúde - com Aluízio de Azevedo , Dr. em Informação, Comunicação e Saúde - Fiocruz/RJ, conselheiro Nacional de Promoção de Políticas de Igualdade Racial (CNPPIR), assessor para Ciência e Comunicação da AEEC-MT.

07/03 –   O que é desinformação e fake news? Como identificar?  - com Roy Rógeres, cigano – jornalista da etnia Calon e tradição circense. Multiartista e mestrando no Programa de Pós-Graduação em Estudos Interdisciplinares Sobre a Universidade(PPGEISU)

09/03 - Definindo e identificando racismo e anticiganismo: discursos de ódio e violências simbólicas - com a Dra. Aline Miklos, cantora, defensora dos direitos humanos, Senior Fellow na Oficina do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (OACNUDH/ América do Sul).

14/03 - Fact-checking: fontes, canais, legitimidade e representatividade - com Karla Araújo: jornalista formada pela Universidade Federal de Goiás (UFG), com experiência nas áreas de política, economia, cidades e fact-checking, em trabalho desenvolvido em sites e jornal impresso.

16/03 - Uso seguro das redes: midiatização e juventude - com Gabriela Marques: jornalista e professora, com Mestrado em Comunicação pela Universidade Federal de Juiz de Fora e doutorado em Comunicação Audiovisual e Publicidade pela Universidade Autônoma de Barcelona (Espanha). Trabalha com populações ciganas desde 2015, membro do coletivo Orgulho Romani.

21/03 - Produção de conteúdo para redes sociais: desafios para a autorrepresentação - com Danillo Kalon: artista visual e tatuador. Formação audiovisual, no Riomarket Jovem em parceria com o Festival de Cinema do Rio para jovens periféricos. Produtor Cultural e fotógrafo, artista plástico autodidata.

23/03 – Encerramento, apresentação de propostas e avaliação.

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Serviço

O que: Inscrições Curso “Juventude Cigana: da Invisibilidade à Comunicação Popular em Saúde

Quando: 30/12/2022 a 20/01/2023

Inscrições: https://forms.gle/saeZ9cXWa4gbXhQc9

Formato: online, 15h, terças e quintas entre 28/02 a 24/03/23

Texto: Assessoria para Ciência e Comunicação da AEEC-MT

Artes: Rodrigo Zaiden

Dúvidas: aeecmt@gmail.com