Mostrando postagens com marcador dia internacional dos ciganos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dia internacional dos ciganos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 9 de abril de 2025

MIR lança Campanha História e Cultura dos Povos Ciganos no Brasil

Lançamento faz parte das metas do Plano Nacional de Políticas para Povos Ciganos e da celebração do Dia Internacional do Povo Cigano/Romani

Publicado em 08/04/2025 13h52

Ministério da Igualdade Racial lança, nessa terça-feira (8), a Campanha Nacional de Promoção dos Direitos, Informação e Valorização das Histórias e das Culturas dos Povos Ciganos no Brasil. Parceria com o Projeto Encruza, da Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB), a ação compartilha com a sociedade brasileira a história e cultura dos Povos Ciganos.

Um dos objetivos da campanha é promover o acesso a direitos para Povos Ciganos, por meio de políticas públicas que assegurem o reconhecimento de seus modos de vida, saberes, cultura e territórios; o enfrentamento à discriminação étnica e racial; o acesso a moradia, recursos hídricos, energéticos, alimentares, infraestrutura e saneamento.

De acordo com a diretora de Políticas para Quilombolas e Ciganos da Secretaria de Políticas para Quilombolas, Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, Povos de Terreiros e Ciganos, Paula Balduino, o Brasil é o segundo país no mundo a ter uma política pública integrada para Povos Ciganos. A diretora destacou ainda o caráter transversal do Plano Nacional de Políticas para Povos Ciganos construído com a participação de 10 ministérios e estruturado nos eixos Direitos Sociais e Cidadania, e Inclusão Produtiva, Econômica e Cultural.

O lançamento faz parte de uma das metas do PNPC criado pelo Decreto nº 12.128, de 2 de agosto de 2024, e regulado pela Portaria 226, em dezembro do mesmo ano. “Esses normativos materializam o Governo Federal cumprindo seu papel no Dia Internacional do Povo Cigano/Romani”, ressalta a diretora.

A Campanha prevê, ainda, o monitoramento de práticas racistas e violências correlatas sofridas por essa população. O objetivo é divulgar para informações para sensibilizar a sociedade.

Segundo a coordenadora-geral de Políticas para Povos Ciganos, Edilma Nascimento, a Campanha promove conhecimento e conscientização sobre a participação e importância dos ciganos para sociedade, por meio da divulgação de dados os seus modos de vida dos ciganos brasileiros. “O objetivo é demonstrar que o Brasil também é cigano”, coloca.

Dia Internacional do Povo Cigano/Romani – Institucionalizada pela Organização das Nações Unidas (ONU), durante o I Congresso Mundial Romani, em 8 de abril de 1971, a data celebra o primeiro encontro internacional de ciganos, realizado na Inglaterra. Centenas de pessoas romani de diversas partes do mundo se reuniram, na ocasião, para debater estratégias de enfrentamento ao anticiganismo e a melhoria das condições de vida da população. 

Durante o congresso foram adotados dois importantes símbolos da identidade romani: a bandeira e o hino Gelem, Gelem. Desde então, o dia passou a ser celebrado como um marco de luta contra as injustiças históricas e atuais sofridas por este povo.

O dia divulga a cultura e história das comunidades ciganas, além de promover a sua inclusão social, por meio da mobilização da sociedade civil e do Estado, que é fundamental na elaboração e execução de políticas públicas que atendam às demandas dos povos ciganos e reduzam suas vulnerabilidades.

No Brasil, a presença cigana é registrada desde 1574, com a chegada das primeiras famílias. Hoje, essa população, no país, é constituída por três diferentes etnias (Calon, Sinti e Rom), sendo estimada em aproximadamente 1 milhão de pessoas.

Disponível em: https://www.gov.br/igualdaderacial/pt-br/assuntos/copy2_of_noticias/mir-lanca-campanha-historia-e-cultura-dos-povos-ciganos-no-brasil 

terça-feira, 8 de abril de 2025

AEEC comemora dia Internacional dos povos ciganos lançando programa Gambira

 


Neste dia 08 de Abril (terça-feira), a Associação Estadual das Etnias Ciganas de Mato Grosso (AEEC-MT) comemora de uma maneira diferente o dia Internacional dos Povos Ciganos. Entre 19h30 e 21h30 ocorre o lançamento do Programa de formações “Gambira”, principal ação do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da organização para os anos de 2025/2026. “Gambira” é o modo como os ciganos de etnia Calon de algumas regiões brasileiras denominam o ato de negociar mercadorias ou fazer trocas entre objetos (escambo).

O Programa Gambira prevê uma série de formações para 25 pessoas ciganas ao longo dos próximos dois anos. A aula inaugural contará com as presenças da presidente da AEEC-MT, Rosana Cristina Alves de Matos Cruz, da representante da Fundação André Lúcia Maggi, Josandra Rocha, a representante da Ponte a Ponte, e os coordenadores gerais do Programa, Aluízio de Azevedo, Rodrigo Zaiden e Gabriela Marques.

Construído ao longo do ano de 2024 de forma coletiva a partir de uma pesquisa junto aos associados, o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) tem como objetivo principal a promoção e a melhoria dos processos internos e externos da organização. A ação conta com o patrocínio da Fundação André Lúcia Maggi, por meio do Edital de Fortalecimento Institucional e com o apoio e Consultoria da empresa especializada no desenvolvimento organizacional, Ponte a Ponte (SP).

Além disso, conta com a parceria do LabNós, da Universidade Federal de Goiás (UFG), que certificará a ação como curso de extensão. O programa será a realização de workshops e cursos no campo da gestão e planejamento de instituições culturais e sociais, bem como no campo da produção audiovisual e comunicacional.

O principal objetivo é fortalecer a formação do quadro de associadas/os da instituição e do movimento social cigano brasileiro, de maneira a garantir a continuidade de ações em prol dos povos ciganos, a defesa de direitos humanos e a inclusão social das pessoas pertencente as etnias Calon, Rom e Sinti.

Também visa a formação de profissionais de origem cigana para atuar nas ações, programas e projetos da AEEC-MT, gerando renda nas comunidades ciganas de MT.

“Entendemos as demandas individuais e necessidades de jovens e adultos ciganos e ciganas terem novas formações e outras perspectivas de profissionalização. Ao mesmo tempo, a Associação, muitas vezes não tem recursos financeiros suficientes para potencializar ainda mais nossas ações. Assim, o PDI cumpre essa função de alinhar a formação de nosso público e fazer a AEEC-MT caminhar, tornar-se autônoma e ter sustentabilidade para sua continuidade”, explica a presidente da AEEC-MT, Rosana Cristina Alves de Matos Cruz, que também secretaria o curso.

- A metodologia do curso prevê uma prática, através dos encontros “A Hora do Drabe” os participantes dos cursos possam realizar produções com temáticas de interesse da organização e do movimento cigano, especialmente para divulgação nas mídias sociais, redes e parceiros. “Drabe” é o modo como as mulheres ciganas chamam o ato de ir trabalhar com vendas no geral, atendimentos espirituais com garrafadas (raizeiras) e benzeção e/ou leitura de mãos.

Estão previstos Encontros presenciais durante eventos já planejados pela AEEC-MT para 2025, como a Assembleia Geral, o V Encontro de Cultura Cigana e III Encontro de Mulheres Ciganas. Para as pessoas que residem em outros Estados e pertencem a outras associações as atividades presenciais serão desenvolvidas em suas próprias comunidades.

As formações são exclusivas para pessoas ciganas e ocorrerão em sua maioria em encontros online (plataforma zoom), durante dois dias por mês. Cada encontro terá entre 1h30 e 2h cada.

Assessoria para Ciência e Comunicação da AEEC-MT

sábado, 5 de abril de 2025

08 de Abril Dia Internacional dos Povos Ciganos

Foto: Acervo AEEC-MT. Etnia Calon. Minas Gerais (MG). 

Em 8 de abril, o mundo celebra (ou ao menos deveria celebrar!) os ritmos ancestrais e o sangue que pulsam em nossas veias: celebramos o Dia Internacional dos Povos Ciganos. 

A data foi criada no Primeiro Congresso Mundial Romani, em Londres, ocorrido no ano de 1971, ocasião em que se reuniram representantes ciganas e ciganos de vários países europeus e definiram também a bandeira e o hino Romani.

A data ganhou projeção no Brasil nos últimos 10 anos, após uma organização maior do próprio movimento social brasileiro, que em 2006 alcançou a criação de um Dia Nacional dos Povos Ciganos, celebrado em 24 de maio. 

Sabemos que as datas comemorativas por si só não resolvem os problemas e as exclusões. Contudo, são momentos importantes, que marcam não apenas o reconhecimento às contribuições das culturas e povos ciganos ao mundo e ao Brasil, no caso do Dia Nacional; como também são uma oportunidade para reforçar as lutas!

O Dia Internacional dos Povos Ciganos pode se tornar uma celebração da resiliência e re-existência dos nossos antigos e antigas, que esculpiram nossas histórias e culturas vibrantes, colorindo as jornadas diaspóricas e nos impulsionando a desbravar horizontes, sempre caminhando e seguindo em frente, mesmo diante das maiores adversidades e opressões, sem deixar nos perder enquanto povos.

Saudamos as Calin e os Calon, com as músicas ao estilo moda de viola e flamenca, que brotam da alma, e contorna as danças desafiando as leis da gravidade. Aclamamos nossas mulheres e homens, jovens e crianças, velhos e velhas. Em cada giro, uma memória e em cada acorde um valor ancestral, que modelam nossas vidas base das lutas que travamos em prol dos nossos direitos e cidadania.

Reverenciamos os Rom, com a força silenciosa que molda o metal em poesia, transformando a matéria bruta em obras que transcendem o tempo. Suas mãos, ferramenta de criação, constroem um legado de beleza e utilidade, mas também de alegria e sensibilidade, nos circos e espetáculos teatrais e no ativismo nacional e internacional.

Honramos os Sinti, que guardam ensinamentos e sabedorias milenares, ecoando através dos séculos e sussurradas ao vento em histórias que encantam e ensinam. Seus costumes florescem como uma mandala viva de cores e formas, revelando a estética cigana que reside em cada detalhe da vida.

Arte de Aluízio de Azevedo. Título: Bandeira Cigana Revisitada.

Neste dia, celebramos a diversidade que nos enriquece e nos une, lembrando a importância em reconhecer, respeitar e valorizar as culturas ciganas em sua totalidade.

Que os espíritos itinerantes dos nossos ancestrais continuem a nos inspirar e impulsionar, como um chamado para a luta e o orgulho em sermos ciganas e ciganos, conservando nossas tradições, costumes e manifestações culturais próprias.

Que neste 08 dia Abril possamos gritar contra os estereótipos e desfiramos um golpe certeiro contra o preconceito e o racismo. 

Que este dia seja um convite para construir um mundo novo de paz e em que a liberdade não seja um privilégio, mas um direito inalienável de todos os seres vivos.

Parabéns a todas as ciganas e ciganos do Brasil e do mundo! 

Opré Chavalé!

Associação Estadual das Etnias Ciganas de Mato Grosso (AEEC-MT)

quarta-feira, 8 de abril de 2020

Nota Pública: Pesquisadores e Ativistas alertam para racismo contra grupos cigano durante a pandemia e cobram plano emergencial



As Associações ciganas,  grupos de pesquisa, ativistas e pesquisadores abaixo assinados, vêm até as autoridades e órgãos competentes dos governos Federal, Estadual e Municipal; o Ministério Público Federal (MPF); os veículos de comunicação social; e a população brasileira, denunciar o descaso e a forma racista com que algumas cidades brasileiras estão tratando as comunidades ciganas nômades/itinerantes durante a pandemia do Covid-19. Segundo a Associação Social de Apoio Integral aos Ciganos (ASAIC), autoridades municipais de Cachoeira do Sul (RS), Imbituva (PR) e Dois Vizinhos (PR), expulsaram de seus territórios de pouso, na última semana de março, grupos de ciganos Calon que vivem de forma itinerante.

Além disso, na cidade de Guarapuava (PR), no dia 02 de abril de 2020, houve uma tentativa de expulsão de um grupo cigano, mas devido a intervenção do Ministério Publico esta expulsão não pode ser efetivada. As autoridades justificam os seus atos de forma discriminatória, afirmando que  as pessoas ciganas seriam vetores de transmissão do coronavírus.

Ao agir desta forma, as autoridades locais violam os direitos humanos e o acesso à saúde para todos os povos, garantidos pela Constituição Federal de 1988, pelo Estatuto da Igualdade Racial (Lei 12.288 de 2010), pela Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (decreto nº 6.040, de 2007); e reforçados pelas orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde.

Mesmo presentes no Brasil desde o início da colonização portuguesa e mesmo tendo  contribuído para a construção das identidades e das culturas nacionais, as comunidades ciganas foram invisibilizadas e sofreram políticas persecutórias e racistas; situação que se mantém na atualidade e o resultado disto é a exclusão social. Vivendo nas periferias, em casas/acampamentos fixos, ou mantendo o nomadismo, em muitos casos as comunidades ciganas não possuem acesso a  territórios com infraestrutura adequada, como serviços de água encanada ou luz elétrica, o que inviabiliza a segurança e as ações de higienização, tão necessárias e recomendadas pelos órgãos e profissionais de saúde.

Ainda existe um alto número de pessoas ciganas que não tiveram acesso à escola e por isso, não foram alfabetizados. Dos poucos que tiveram acesso, uma parte considerável não chegou a concluir o ensino fundamental e são raros os que terminaram o ensino superior . Todos eles sofrem preconceito por parte de instituições estatais e privadas, o que dificulta no processo de integração. Por isto, a maioria vive de comércios informais, como a venda de roupas, enxovais e outras mercadorias; de troca de produtos de segunda mão (gambira/catira);  de leitura de mãos e de tarot; das atividades de circo e parque de diversões que reúnem ciganos e não-ciganos; ou da mendigagem. Todas estas atividades estão suspensas devido ao contato físico e a possível propagação do COVID-19.

Muitos também não possuem acesso à previdência social e existe uma parte que sequer tem registro de nascimento, o que dificulta o acesso a programas como o bolsa família, a partir do CadÚnico. Por isto, milhares de comunidades ciganas estão passando por dificuldades, inclusive alimentares. Além disso, as comunidades ciganas terão de abrir mãos de práticas importantes de suas culturas, como o velório e o luto para ajudar na prevenção ao Covid-19. Agora, cabe aos governantes também fazer sua parte.

Até o momento, o governo federal e os governos estaduais e municipais não elaboraram políticas específicas voltadas para assistir as populações ciganas quanto a prevenção e tratamento relativos ao coronavírus. Também não emitiram orientações de como os membros dessas etnias (Sinti, Kalon e Rom), que somam entre 500 mil a um milhão de pessoas espalhadas por todas as 27 unidades da federação, acessarão as políticas sociais elaboradas para combater a crise socioeconômica causada pela pandemia.

Neste cenário, solicitamos a urgente elaboração de um plano emergencial para atender as pessoas romanis, as populações nômades circenses e as que trabalham em parques de diversão e similares, com políticas específicas de prevenção e combate ao COVID-19. Solicitamos um programa que englobe as questões de saúde articuladas às ações sociais e econômicas – como o programa de renda básica aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pela presidência da República – e que também preveja a entrega de cestas básicas e materiais e kits de higienização (sabão, álcool, cloro, etc) para as comunidades itinerantes ou em situação de exclusão.

Do ponto de vista da saúde, o plano deverá reforçar o combate ao racismo institucional nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) e o respeito às políticas de equidade. Como ação urgente, sugerimos que o governo divulgue amplamente a Portaria 940 de 2011 do Ministério da Saúde – que dispensa membros da população romani de apresentar documentos de comprovação de endereço ou o cartão do SUS para serem atendidos em hospitais públicos – assim como  os canais de ouvidoria do SUS para denunciar racismos ou discriminações nos estabelecimentos de saúde, como o número 136,

Aproveitamos a oportunidade para cobrar a implementação da “Política Nacional de Atenção Integral ao Povo Cigano/Romani” (portaria 4.348 de 28 de dezembro de 2018), que estabelece uma série de recomendações, objetivos, diretrizes e competências para governos, estados e municípios para o atendimento às especificidades em saúde das comunidades ciganas, inclusive, na “redução e o combate à ciganofobia ou romafobia”.

Sugerimos que o plano emergencial para o combate ao Covid-19 em prol das populações ciganas deverá ser acompanhado de políticas de comunicação efetivas, que leve informações e orientações em formato audiovisual (áudio ou vídeo) e não em formato de cartilhas ou cartazes, que não surtem efeitos esperados junto a uma população que tem condições educacionais baixas e um alto índice de analfabetismo.

Por fim, nossa carta se junta a outros documentos produzidos neste sentido, como: moção realizada pela Associação Comunitária dos Ciganos do Condado da Paraíba voltada ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos e assinada por nove associações e outros pesquisadores; ofício da Associação Internacional Mayle Sara Kali (AMSK/Brasil), destinado à SEPPIR, MPF e SNDCA; ofício da Confederação Brasileira Cigana (CBC) ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos;  Carta do Bispo Diocesano de Eunápolis, Dom José Edson Santana de Oliveira, da Pastoral dos Nômades; e nota da Diretoria do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES) em repúdio à ciganofobia.

Brasília, Distrito Federal, Brasil, 08 de abril de 2020.

ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DOS CIGANOS DE JACOBINA-BA (ACCJ)
ASSOCIAÇÃO ESTADUAL DAS ETNIAS CIGANAS DE MATO GROSSO (AEEC-MT)
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DAS ETNIAS CIGANAS (ANEC-DF)
ASSOCIAÇÃO SOCIAL DE APOIO INTEGRAL AOS CIGANOS (ASAIC)
ASSOCIAÇÃO DOS CIGANOS DE PERNAMBUCO (ACIPE)
ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL MAYLÊ SARA KALÍ – AMSK/BRASIL E SEUS NÚCLEOS ESTADUAIS.
ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DA CULTURA ROMANI (AICROM-BRASIL/GO)
ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS ROMANI
CENTRO DE CULTURA E TRADIÇÕES CIGANAS DO RIO GRANDE DO NORTE (ACIGAROM)
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA CIGANA (CBC)
CENTRO DE DIREITOS HUMANOS E MEMÓRIA POPULAR – NATAL/RN
CENTRO DE ESTUDOS E RESGATE DA CULTURA CIGANA
CERCI -  CENTRO DE ESTUDOS E RESGATE DA CULTURA CIGANA
COMITÊ ESTADUAL DOS POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS DE MATO GROSSO (CEPCT-MT)
GRUPO DE ESTUDOS CULTURA, IDENTIDADE E CIGANOS (GECIC- UNEB- DCH IV- JACOBINA-BA)
GRUPO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO – CONSCIENCIA (PPGE-UNB)
GRUPO PESQUISADOR EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL, ARTES E COMUNICAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO (GPEA/UFMT)
INSTITUTO DE CULTURA, DESENVOLVIMENTO SOCIAL E TERRITORIAL DO POVO CIGANO NO BRASIL (ICB)
LABORATÓRIO DE ANTROPOLOGIA, POLÍTICA E COMUNICAÇÃO (LAPA/UFPB)
LABORATÓRIO DE ETNOGRAFIA METROPOLITANA -LEMETRO/IFCS-UFRJ
NÚCLEO DE ESTUDOS DE POPULAÇÕES INDÍGENAS (NEPI/UFSC)
PASTORAL DOS NÔMADES
ROMANI FEDERAÇÃO
ROMANIPE - CANADÁ
UNIÃO CIGANA DO BRASIL (UCB)
ZOR - ASOCIACIÓN POR LOS DERECHOS DEL PUEBLO GITANO/ROMANI – ARGENTINA

Alexsandro Castilho – Presidente da Aicrom/BRASIL
Aline Miklos - Cigana, cantora, produtora cultural, doutoranda em História da Arte (EHESS/USP), vice-presidente de ZOR – Asociación por los derechos del Pueblo Gitano/Romani.
Aluízio de Azevedo Silva Júnior – Cigano, jornalista, especialista em cinema, mestre em educação ambiental e mitologias ciganas e doutor em comunicação e saúde, pesquisando as comunidades ciganas no Brasil e em Portugal, membro da AEEC-MT.
Brigitte Grossmann Cairus - Doutora em História, Pesquisadora do Laboratório de Estudos sobre Etnicidade, Racismo e Discriminação - LEER , USP e do Grupo de Pesquisa Ethos, Alteridade e Desenvolvimento - GPEAD da FURB
Camila Gonçalves de Jesus Lopes - Mestre em Educação pela Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS, Membro do Núcleo de Leitura e Multimeios da UEFS, Professora da Educação Básica da rede pública municipal de Camaçari-BA
Cândida Miclos Moco – enfermeira, cigana e ativista pelo direito dos povos romanis.
Carliane  Sandes Alves Gomes - Doutoranda em Geografia Cultura (PPGEO-UERJ) e Bolsista FAPERJ
Cassi L R Coutinho - Doutora em História Social
Gonzalo Damián Cristo – cigano, argentino, presidente de Zor – Asociación por los Derechos del Pueblo Gitano/Romani
Dom José Edson Santana Oliveira – Pastoral Nômade
Edilma do Nascimento J. Monteiro - Doutora em Antropologia pela UFSC e Integrante do Comitê de Antropólogas Negras e Antropólogos Negros da ABA
Elez Bislim – ativista pelos direitos dos povos romanis.
Felipe Berocan Veiga – Chefe do Departamento de Antropologia da UFF
Flávio José de Oliveira Silva - Professor e Pesquisador, Doutor em Educação
Francielle Felipe Faria de Miranda - Docente da ECOM/PUC Goiás e Pesquisadora
Gabriela Marques Gonçalves – Jornalista e Pesquisadora, Doutora em Comunicação
Geysa Andrade da Silva – Docente da Universidade do Estado da Bahia e da Rede Pública do Estado da Bahia, Mestre em Estudos Linguísticos (MEL/UEFS) e doutoranda em Língua e Cultura (PPGLinC/UFBA)
Irandir Souza da Silva ,doutoranda do PPGES/UFSB .Docente da Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC / Ba e participante do grupo de pesquisa Os sujeitos do Atlantico Sul..Pesquiso sobre : Territorios, Ciganidade em comunidades ciganas no litoral Sul.da Bahia.
Inesita Soares de Araujo – comunicóloga, professora doutora do Programa de Pós-graduação em Informação, Comunicação e Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz, Rio de Janeiro) e líder do Laboratório de Comunicação e Saúde (LACES) do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica (ICICT).
Jamilliy Rodrigues Cunha – Doutora da Antropologia pela Universidade Federal de Pernambuco e pesquisadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas e Etnicidade – NEPE.
José Ruiter V. Cerqueira Júnior – Leshjae Kumpania
Jucelho Dantas da Cruz – Representante dos Povos Ciganos no Cespct/Sepromi-BA
Juliana Grisolia – Produtora Cultural e Pesquisadora
Juliana Miranda Soares Campos – Antropóloga e Doutoranda na UFMG
Laudicéia da Cruz Santos - Mestra em Educação e Diversidade (MPED/UNEB-DCHIV), Membro do GECIC- Grupo de Estudos Cultura, Identidade e Ciganos (UNEB-DCHIV) e Professora da Rede Pública do Estado da Bahia
Lenilda Damasceno Perpétuo – Secretaria do Estado de Educação do Distrito Federal – SEEDF e Pesquisadora na Comunidade Cigana Calon Nova Canaã / Doutoranda PPGE-UNB
Lucimara Cavalcante Romi – Mestra em Desenvolvimento Sustentável
Maria Patrícia Lopes Goldfarb – Professora de Antropologia da UFPB e pesquisadora das comunidades ciganas na Paraíba – Líder do Grupo de Estudos Culturais (CNPq)
Michel Luiz Kriston – Birevo Kalderash Moldovaia
Márcia Yaskara Guelpa (Yaskara Kalorri) - Presidente do Cerci -  Centro de Estudos e Resgate da Cultura Cigana
Maria do Carmo da S.Medeiros - Centro de Direitos Humanos e Memória Popular, Pastoral dos Nômades, Conselho Estadual de Políticas de Igualdade Racial RN
Mariana Sabino Salazar - Doutorando na Universidade do Texas em Austin / University of Texas at Austin. Voluntaria no Romani Archives and Documentation Center.
Marcilânia Gomes Alcântara Figueiredo- Cigana Calin- Professora da Educação Básica no município de Sousa- Coordenadora do Projeto ‘Contos Ciganos’ e professora/ mestra de dança cigana.
Marco Antonio da Silva Mello – Professor do Departamento de Antropologia Cultural do IFCS-UFRJ
Marcos Toyanski - Doutor em Geografia Humana pela USP, pesquisador e coordenador de projeto sobre ciganos no Laboratório de Estudos sobre Etnicidade, Racismo e Discriminação (LEER/ USP).
Marilene Gomes de Sousa Lima - Doutoranda em Linguística (PROLING/UFPB)
Miriam Geonisse de Miranda Guerra - Docente aposentada da UNEB-DCH IV, Pesquisadora sobre Povos Ciganos e Membro do GECIC-Grupo de Estudos Cultura, Identidade e Ciganos (UNEB-DCH IV)
Pedro Nicolich – Presidente da ROMANI Federação e Academia Brasileira de Letras Romani
Rodrigo Corrêa Teixeira - Programa de Pós-Graduação em Geografia, Departamento de Relações Internacionais - PUC Minas
Ricardo Marcelo Luiz (Marcelo Cigano) – Cigano, músico acordeonista
Sabrina de Souza Lima - Mestra em Educação e Diversidade ( MPED /UNEB- DCHIV), Membro do GECIC/Grupo de Estudos Cultura, Identidade e Ciganos (UNEB_DCHIV), Professora da Rede Pública do Estado da Bahia e do Município de Jacobina-BA
Suzeth Miklos de Freitas – cigana, médica.
Stéphanie Lyanie de Melo e Costa -Doutora em Informação e Comunicação em Saúde