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quarta-feira, 13 de agosto de 2025

Assista ao Filme Caminhos Ciganos na Mostra Cine Caos Socioambiental online

Filme estará disponível online nas próximas semanas, corra que logo vai sair do ar!

Atenção amantes do cinema Cigano,

Esta oportunidade é para quem ainda não viu o filme Caminhos Ciganos.

O filme estará disponível nas próximas semanas na 10ª edição da Mostra online CineCaos Socioambiental.

Para ver a obra, que tem 24 minutos e aborda comunidades ciganas de Brasil, Portugal, com pitadas da Festa de Santa Sara Kali, em França, basta acessar o link:

Os outros 14 filmes da mostra, que ocorreu também presencial no último dia 10 de agosto (domingo), em Cuiabá, podem ser acessados no seguinte link:

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segunda-feira, 11 de agosto de 2025

Filme Caminhos Ciganos volta ao circuito paulista em Agosto

Produção será exibida no dia 28/08, às 18h, no Lab_Arte da USP e dia 29/08, às 19h, na Doc Hub, por meio de uma parceria com a Associação Paulista de Cineastas (APACI).

O Filme Caminhos Ciganos (2024, 241’) volta de novo ao circuito paulista. Desta vez o audiovisual será exibido em dois locais na cidade.

No dia 28 de agosto será exibido às 18h, no Lab_Arte,  da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (Feusp).

A sessão também contará com a exibição do Media-metragem, Presente Cigano, de Gabriela Hess.

Após a sessão haverá uma mesa de debate sobre Igualdade Racial e os Riscos da Apropriação Cultural, mediada pela professora dra. Sabrina Paixão Brésio, da USP.

Já no dia 29 de agosto, a exibição de Caminhos Ciganos ocorrerá às 19h na Doc Hub, também em conjunto com o média Presente Cigano.

Da mesma forma, a exibição será seguida de debate com o mesmo tema. A Doc Hub está localizada à Rua Professor Frontino Guimarães, 302, Vila Mariana.

A programação com a temática cigana no dia 29 começa pela manhã, quando o diretor de Caminhos Ciganos, o pesquisador e Assessor para Ciência e Comunicação da AEEC-MT, Aluízio de Azevedo, participará da banca de defesa de mestrado de Gabriela Hess.

A banca tem início às 11h30 na Escola Superior de Arte Célia Helena. A dissertação tem o título “Nomadismo Interior” e orientação das professoras Gabriela Freire Alcofra e Luciana Gabanini.

 

terça-feira, 5 de agosto de 2025

Filme Caminhos Ciganos é selecionado para X Mostra Cine Caos

Evento ocorre de forma presencial em Cuiabá no dia 10 de Agosto com a temática socioambiental. Obras também poderão ser acessadas no site da Mostra.

O filme Caminhos Ciganos (2023/2024) foi selecionado para a 10ª Mostra Cine Caos Socioambiental 2025.

A Mostra ocorre no dia 10 de agosto, a partir de 15h, na Casa Borges, localizada no Jardim Imperial, em Cuiabá.

Além de Caminhos Ciganos, o evento traz outras 14 obras de curtas metragens brasileiros que propõe um mergulho nas complexas relações entre a sociedade e o ambiente.

A mostra também pode ser acessada de forma online, no site da Mostra Cine Caos: https://cinecaos.com.br/ 

O objetivo de provocar reflexões urgentes sobre as crises ecológicas que afetam nosso planeta, a curadoria irá selecionar curtas-metragens nacionais com até 30'.

Será uma programação gratuita, com sessões destinadas ao público em geral. Classificação livre.

A mostra busca fomentar o pensamento crítico e inspirar ações coletivas em defesa do ambiente, destacando temas como desmatamento, mudanças climáticas, povos tradicionais e justiça climática dentre outros temas relevantes da área, além dos temas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

O Cine Caos Ambiental convida a pensar o cinema como ferramenta de transformação e resistência.

Será uma programação gratuita, com sessões destinadas ao público em geral e a escolas da capital mato-grossense.

A mostra busca fomentar o pensamento crítico e inspirar ações coletivas em defesa do ambiente, destacando temas como desmatamento, mudanças climáticas, povos tradicionais e justiça climática dentre outros temas relevantes da área, além dos temas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

#povosciganos #ciganos #cinecaos #socioambiental #meioambiente #natureza #cultura #povostradicionais #cinema #Cuiabá #MT #casaborges #Calon #Rom #Sinti #Romah #gitanos #audiovisual #filme #artes

 

quarta-feira, 6 de novembro de 2024

Artista de MT é convidado a apresentar curta sobre povos ciganos em exposição da ONU na Suíça

Aluízio de Azevedo vê na arte uma forma de desmitificar os estereótipos e preconceitos contra a cultura cigana e e a comunidade LGBTQIAPN+.

Por Jardes Johnson, g1 MT

05/11/2024 21h52  Atualizado há 13 horas

O multiartista mato-grossense, Aluízio de Azevedo, de 44 anos, natural de Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá, é um dos convidados da Exposição Artes Minorias e Direitos Humanos, que ocorrerá no Centro de Artes da Escola Internacional de Genebra, a partir desta quarta-feira (6), na Suíça. O evento é promovido pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Leia aqui também reportagem publicada no site da Secretaria de Estado de Cultura, Esportes e Lazer de Mato Grosso (Secel-MT).

O convite surgiu após Aluízio ter se inscrito no Concurso Internacional de Arte para Artistas Minoritários da ONU, em 2023. Ele expôs cinco telas e exibiu a websérie 'Diva e as calins de Mato Grosso', feita em conjunto com a Associação Estadual das Etnias Ciganas (AEEC-MT), que retrata a vida de mulheres ciganas do estado em cinco episódios, sendo premiado pela comissão de curadores com menção honrosa (assista ao teaser abaixo).

Teaser da websérie 'Diva e as calins de Mato Grosso'

Este ano, a ONU está realizando uma retrospectiva com 22 vencedores das três edições do concurso, entre eles, o Aluízio. Desta vez, o diretor, roteirista e artista plástico apresentará duas obras, o curta-metragem 'Caminhos Ciganos', que aborda a vivência da comunidade cigana em locais como Portugal, França e em Mato Grosso, e a tela 'Totem de Mim LGBTQIAPN+ Cigane'.

Tela 'Totem de Mim LGBTQIAPN+ Cigane' — Foto: Aluízio de Azevedo

Aluízio, que é cigano da etnia Calon, contou ao g1 que o contato com a arte vem desde cedo, sempre aliado à cultura cigana. A família dele passou cerca de 80 anos como nômades até fixar residência em Mato Grosso. Segundo ele, cerca 400 familiares e pertencentes da comunidade estão espalhadas pelos municípios. Hoje, ele vê na arte, uma forma de desmitificar os estereótipos e preconceitos contra os povos ciganos.

"Existe uma visão muito estereotipada de que os ciganos são bandidos, trapaceiros que vão roubar, então poder demonstrar que os ciganos têm uma cultura milenar vinda do Egito, que por onde passamos, fomos agregando coisas culturais, levar a nossa arte, é maravilhoso", declarou.

Bastidores do curta-metragem 'Caminhos Ciganos'

Lideranças Calon da Comunidade Cigana em Tangará da Serra. Foto: Karen Ferreira.

terça-feira, 10 de setembro de 2024

Filme Caminhos Ciganos no Encontro Internacional de Territórios e Saberes em Paraty

Evento ocorre em Paraty entre 09 e 15 de setembro 

Caminhos Ciganos será exibido no 1º Encontro Internacional de Territórios e Saberes (EITS), que será realizado entre os dias 9 e 15 de setembro em Paraty, no litoral Sul do Rio de Janeiro.

O filme integra a mostra do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica), que marcará presença no 1º Encontro Internacional de Territórios e Saberes (EITS), realizado em Paraty (RJ).

Nos dias 11 e 12/09, serão exibidas 12 obras premiadas na 25ª edição do Fica, em uma sala de cinema montada no Trevo Clube.

Caminhos Ciganos, que recebeu menção honrosa no FICA 2024, será projetado às 10h do dia 12/09.

Os visitantes também poderão conhecer mais sobre o Fica em um stand especial. Esta iniciativa visa fortalecer conexões e parcerias para o Fica, que tem promovido debates fundamentais no campo do audiovisual e meio ambiente em todo o Brasil.


A entrada é gratuita!

Caminhos Ciganos tem patrocínio da SECEL-MT, por meio do Edital Cine Motion de Audiovisua 2022

#FicaNoEITS #SecultGoiás #CinemaAmbiental #TerritórioseSaberes #caminhosciganos #povosciganos #ciganos #paraty #RJ #EITS #territórios #saberes #gitanos #gypsy #calon #rom #sinti #arte #audiovisual #cultura #cinema #povostradicionais #tradição #tecnologia #meioambiente #natureza

 

domingo, 16 de junho de 2024

Caminhos Ciganos recebe menção honrosa no Fica 2024

A codiretora Karen Ferreira recebe menção honrosa durante a premiação neste domingo (16.06) no Cine Teatro São Joaquim, na cidade de Goiás. Fotos: Lucas Diener/FICA

O Filme Caminhos Ciganos (2023, 25’) recebeu neste domingo (16.06) menção honrosa por sua participação na Mostra de Cinemas Indígenas e Povos Tradicionais do 25º Festival Internacional de Cinema Ambiental (FICA) 2024.

O anúncio dos filmes premiados nesta 25ª edição ocorreu no Cine Teatro São Joaquim, na manhã deste domingo. Veja a lista de filmes premiados.

A codiretora e diretora de fotografia, Karen Ferreira, estava presente na cerimônia de premiação e recebeu a menção honrosa representando a equipe do filme.

Além de Karen, o diretor e Calon, Aluízio de Azevedo, também assessor para Ciência e Comunicação da AEEC-MT também participou do Festival representando o Filme na Mostra. 

Confira vídeo com o discurso de abertura de Aluízio.

O júri da Mostra de Cinemas Indígenas e Povos Tradicionais foi composto por três artistas pertencentes a povos tradicionais.

São eles: a pesquisadora e professora, Isabel Casimira, rainha conga dos Guarda de Moçambique e Congo Treze de Maio de Nossa Senhora do Rosário e rainha da Federação dos Congados de Minas Gerais; a doutora Barbara Matias Kariri, indígena do Povo Kariri, artista da cena, realizadora audiovisual, escritora e curadora; e o cineasta Alberto Alvares, mestre em Cinema, indígena da etnia Guarani Nhandewa.

Realizado na Cidade de Goiás (GO) pelo Governo do Estado e a Universidade Federal de Goiás (UFG), o evento ocorreu entre 11 e 16 de junho, com o tema Tecnologia, Inovação e Mudanças Climáticas.

Esta é a primeira edição da mostra de Cinemas Indígenas e Povos Tradicionais no FICA. Contando com curadoria da artista plástica Célia Tupinambá, a janela contou com a exibição de nove filmes, sendo sete competindo.

Caminhos Ciganos também já passou pelo Cineclube Maria Grampinho, no Espaço Sertão Negro, em Goiânia (GO) e teve lançamento nacional em outubro de 2023, no SESC São Paulo, na Mostra Calon.



Assessoria para Ciência e Comunicação da AEEC-MT 

Crédito das fotos: Lucas Diener/FICA

terça-feira, 23 de abril de 2024

Caminhos Ciganos é selecionado para o FICA 2024

O curta-metragem concorrerá na Mostra de Cinema Indígena e de Povos Tradicionais do 25 Festival Internacional de Cinema Ambiental

Caminhos Ciganos (24’, 2023) foi um dos curta-metragens selecionados para participar no 25º Festival Internacional de Cinema Ambiental (FICA), com o tema “Tecnologia, Inovação e Mudanças Climáticas”.

O filme será exibido na Mostra de Cinema Indígena e de Povos Tradicionais. Novidade neste ano, a mostra é dedicada a exibição de filmes de cineastas indígenas e de comunidades tradicionais, com premiação para longas e curtas-metragens.

53 produções audiovisuais se inscreveram para a Mostra Indígena e de Povos Tradicionais. Do Brasil, de estados como Roraima, Amazonas, Bahia, São Paulo, Mato Grosso e Minas Gerais e apenas seis foram selecionados.

Dirigido por Aluízio de Azevedo e codirigido por Rodrigo Zaiden e Karen Ferreira, Caminhos Ciganos aborda e tece relações, por meio do audiovisual entre diferentes comunidades ciganas brasileiras do tronco étnico Calon e entre distintas comunidades de Brasil e Portugal.

Para saber mais, acesse o site do filme Caminhos Ciganos.

A produção é realizada por meio de seleção no edital Cine Motion 2021 da Secretaria de Estado de Cultura, Esportes e Lazer de Mato Grosso (Secel-MT), com o apoio da AEEC-MT, GIZ, Ministério Público Federal (MPF), Assembleia Social, Prefeitura Municipal de Tangará da Serra.

Para conhecer todos os filmes selecionados para as mostras competitivas, basta acessar ao link: https://fica.go.gov.br/filmes-em-competicao/

Panorama da produção cinematográfica ambiental

Neste ano, 1.078 produções foram inscritas para participação no Festival, que será realizado de 11 a 16 de junho, na cidade de Goiás (GO e vai destinar premiações que variam de R$ 5 mil a R$ 35 mil, além de troféus e menções honrosas.

As comissões responsáveis pela avaliação do material audiovisual são formadas por profissionais com notória experiência e conhecimentos na área e, em sua maioria, estão compostas por membros escolhidos a partir de chamada pública, contando também com indicações da Universidade Estadual de Goiás (UEG) e do Conselho Estadual de Cultura do Estado de Goiás.

De acordo com o site do festival, a temática foi escolhida para fazer coro com as metas da COP30, que ocorrerá em 2025, em Belém do Pará, no Brasil.

“o objetivo é trazer para os holofotes o debate sobre o papel da tecnologia na transição em direção a uma economia de baixo carbono e alinhar o festival com os debates que ocorrem rumo à COP-30, em 2025, na cidade de Belém”, diz trecho no site.

O FICA - 25 Anos de História

O primeiro festival de cinema a abordar a temática ambiental do Brasil e um dos pioneiros no mundo, completa bodas de prata no ano de 2024. Consolidado como um dos eventos mais expressivos no gênero, o festival é referência tanto no cenário nacional quanto internacional.

A cada ano, nas telas do histórico Cine Teatro São Joaquim, na cidade de Goiás, é exibido um recorte do que há de mais novo, relevante e inquietante em termos de filmes que tratam da relação entre ser humano e natureza.

O Fica é um fórum de debates ambientais de alto nível, reunindo sempre grandes pensadores e líderes internacionais para discutir o presente e o futuro do planeta e da humanidade.

Por suas sessões de cinema e debates ambientais já passaram os mais importantes nomes do cinema e do meio ambiente no Brasil e no mundo, como Arnaldo Jabor, Cacá Diegues, Eduardo Escorel, Nelson Pereira dos Santos, João Batista de Andrade, Marina Silva, Miriam Leitão, Washington Novaes, entre outros.

Imagem do filme em Saintes-Maries-De-La-Mer, França, na Festa de Santa Sara kali

O Fica é inseparável da cidade de Goiás. Foi parte importante do processo que levou ao reconhecimento da cidade como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco e segue contribuindo com a economia e a cultura da antiga capital do estado, parceira de sua realização.

Realizado pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), o festival conta com a correalização da Universidade Federal de Goiás (UFG) e da Fundação de Rádio e Televisão Educativa e Cultural (Fundação RTVE).

Assessoria de Comunicação do filme Caminhos Ciganos, com informações do Site do FICA

terça-feira, 3 de outubro de 2023

Caminhos Ciganos exibido no SESC SP

Filme será projetado às 19h na Mostra Calon, programação cultural do Congresso de Estudos Ciganos da Gypsy Lore Society

Caminhos Ciganos teve sua estreia nacional no dia 05 de outubro (sexta-feira). A projeção do curta metragem ocorreu às 19h no Auditório do Sesc São Paulo. O filme integra a Mostra Calon, programação cultural do Congresso de Estudos Ciganos da Gypsy Lore Society, que ocorreu entre 03 e 06 de outubro no mesmo local.

Além de “Caminhos Ciganos”, dirigido e roteirizado por Aluízio de Azevedo e codirigido por Karen Ferreira e Rodrigo Zaiden, a mostra Calon, que exibiu nos dois dias de realização (04 e 05) outras cinco produções que abordam o universo Calon brasileiro.

Duas dessas produções, o curta-metragem Casamento Cigano Diana e Djavan (2007, 26’), dirigido por Luciana Sampaio e o longa metragem “Rio Cigano” (2013, 81’), uma direção de Julia Zakia, foram exibidos no dia 05.

Já no dia 04, quando a Mostra Calon teve início, foram projetadas outras três produções. Abrindo a programação será exibido o média-metragem “É Kalon – Olhares Ciganos” (2011, 35’), também dirigido e roteirizado por Aluízio de Azevedo.

Na sequência, o público prestigiou a exibição do curta “Adeus Calon” (2022, 20’10), dirigido por João Borges e do média-metragem “Debaixo das Lonas tudo é mais bonito!” (2022, 29’32), dirigido por Róy Rógeres.

A programação cultural do Congresso de Estudos Ciganos da Gypsy Loore conta aindou na noite do dia 03, às 19h, com apresentação de Marcelo Cigano e convidados.

O filme Caminhos Ciganos é patrocinado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esportes e Lazer de Mato Grosso (Secel-MT), por meio do edital Cine Motion - Audiovisual 2021.

Congresso Gypsy Lore Society

O congresso é realizado pelo SESC SP em parceria com a Gypsy Lore Society, mais antiga sociedade científica que pesquisa os povos ciganos, fundada na Grã-Bretanha em 1888 com o objetivo de unir pesquisadores interessados na cultura e na história Romanis.

Reunindo participantes de 24 países, o congresso abordará temas como: Holocausto, língua romani, identidades, circo, música, literatura, racismo, escravidão, entre outros.

Acesse ao programa completo com todos os trabalhos apresentados aqui.

 Sinopse Caminhos Ciganos

Os caminhos que levam ao universo romani em três países, Brasil, Portugal e França, são apresentados numa narrativa poética e intimista, inspirada na estética do premiado cineasta cigano Tony Gatlif, diretor de “Lacho Drom” (1992) e “Gadjo Dilo” (1997). Em destaque as culturas ciganas vistas de dentro, valorizando imaginários próprios.

A viagem inicia com a família de um cineasta de etnia Calon em Mato Grosso; que corta o Brasil e atravessa o oceano Atlântico para reencontrar com sua ancestralidade, registrando cada comunidade, suas personagens e cotidianos marcantes, nuances de manifestações culturais, modos de vida e tradições romani, como também denúncias de exclusão e perseguição históricas. 

segunda-feira, 18 de setembro de 2023

Eventos celebram a cultura cigana e pautam demandas políticas em Mato Grosso

 

Programações destacam tradições ciganas e oficina do MPF levanta demandas e pautas das comunidades de etnia Calon no Estado: na foto lançamento do filme caminhos ciganos em Tangará

O último mês de setembro (2023) foi um marco para as comunidades ciganas que vivem em Mato Grosso. Durante os dias 01 a 09, ocorreram uma série de eventos culturais, tradicionais e políticos, quando diversas questões relacionadas às demandas e pautas das etnias Romani no Estado foram tratadas. As atividades aconteceram em Tangará da Serra, Rondonópolis e Cuiabá, três cidades com maior concentração de pessoas ciganas em MT.

Quatro atividades principais integraram as programações: o circuito de lançamento do filme curta-metragem Caminhos Ciganos, a Oficina da Plataforma de Territórios Tradicionais, o III Encontro de Cultura Cigana de Mato Grosso e a participação especial da comunidade cigana de Rondonópolis no programa Avisa Lá que Eu Vou, apresentado pelo ator Paulo Vieira, para o GNT, com janela no programa Fantástico, da rede Globo.

Os eventos foram organizados pela AEEC-MT e produzidos pela Kaiardon Produções, por meio de um convênio com a Secretaria de Estado de Cultura, Esportes e Lazer de Mato Grosso (Secel-MT) e patrocínio da a empresa de cooperação alemã GIZ Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit. O objetivo principal foi comemorar os seis anos de fundação da Associação Estadual das Etnias Ciganas de Mato Grosso (AEEC-MT), criada em outubro de 2017.

Público presente no Circuito de Lançamento do Filme Caminhos Ciganos, em Cuiabá, que ocorreu na praça da Mandioca

“Além de comemorar as conquistas realizadas pela associação nos últimos seis anos, estamos fortalecemos a missão da nossa organização, que é fomentar a salvaguarda, o registro e a divulgação dos saberes e filosofias ciganas, bem como a defesa de direitos humanos e a inclusão cidadã, de maneira a desconstruir estereótipos e lutar contra o racismo e a exclusão social”, destaca a presidente da AEEC-MT, Fernanda Caiado.

Fernanda Alves, presidente da AEEC-MT (esquerda) e algumas das calins mato-grossenses: Orceni Rodrigues (Tangará), Terezinha Alves (Cuiabá), Zilma Rodrigues (Rondonópolis), Selma Alves (Guiratinga) e a matriarca tia Tita (sentada Guiratinga)

A superintendente de desenvolvimento criativo da Secel-MT, keiko Okamura, acompanhou toda a programação. Para ela, “participar foi muito importante”, pois conseguiu “ver de perto o resultado das políticas públicas que temos pensado e realizado para que o povo cigano possa estar inserido e ter a possibilidade de estar demonstrando, a partir desses projetos artísticos, a cultura cigana de forma que consiga promover a divulgação da cultura e uma aproximação não só do poder público com a comunidade, mas da comunidade com o público em geral”.

Na opinião da superintendente, os projetos artísticos trouxeram a possibilidade “para a gente entender e tirar todas essas visões errôneas e negativas, preconceituosas, com relação a cultura cigana, que faz parte da nossa cultura, da nossa identidade, que está inserida, está enraizada e é extremamente necessária que tenha visibilidade”.

Keiko Okamura ocupa o cargo de superintendente da Secel-MT há mais de cinco anos e comanda o setor de economia criativa da pasta

Outro ponto alto enfatizado por Keiko, é a possibilidade de pensar políticas públicas integradas entre a cultura e outras áreas. “É um processo da gente tentar entender e propor não só na área que a gente atua, mas também influenciar em outros setores, para ter um conjunto de ações que possa de forma mais ampliada promover acesso e esses direitos e visibilizar para que a comunidade cigana possa viver de forma igualitária como todos os cidadãos de Mato Grosso”.

Por fim, keiko ressaltou “o quanto isso é importante não só para a cultura, mas sob todos os aspectos de acesso a recursos, a bens, serviços, direitos e, principalmente, da pessoa humana, para a auto estima, para que a pessoa possa ter orgulho e se manifestar enquanto população cigana, enquanto cultura, enquanto indivíduos que tem esse direito que é previsto, mas não tem acontecido na prática”.

Acompanhe cobertura especial dos eventos:

Caminhos Ciganos projetado em praça pública e grupo Tradição Cigana são destaques em Cuiabá

Apresentador Paulo Vieira marca programação do III Encontro de Cultura Cigana de MT

Caminhos Ciganos estreou em Tangará da Serra

Assessoria para Ciência e Comunicação da AEEC-MT

domingo, 17 de setembro de 2023

Caminhos Ciganos projetado em praça pública e grupo Tradição Cigana são destaques em Cuiabá

 

A última etapa das programações do Setembro Cigano em MT 2023, ocorreu no dia 09 de setembro, com o lançamento do Filme Caminhos Ciganos na Praça da Mandioca, em Cuiabá.

Confira reportagem Oficina do MPF e Assembleia Geral da AEEC-MT marcam programação em Rondonópolis

Cerca de 60 convidados, sendo metade da comunidade cigana prestigiaram o evento, que contou com a parceira da Casa das Pretas, Imune e Assembleia Social.

O evento contou com a participação do secretário adjunto de cultura da Secel-MT, Jan Moura e da superintendente de Desenvolvimento Criativo, Keiko Okamura.

Confira Reportagem: Eventos celebram a cultura cigana e pautam demandas políticas em Mato Grosso

Além de ter financiado o filme, por meio do edital cine Motion 2021, a Secel-MT financiou também o III Encontro de Cultura Cigana de Mato Grosso, através de convênio direto com a AEEC-MT.

Confira reportagem Caminhos Ciganos estreou em Tangará

Um dos pontos altos da programação na Capital, foram as apresentações de artistas ciganos, que contou, por exemplo, com a participação do Grupo de Danças Tradição Cigana, que veio de Rondonópolis, exclusivamente para abrilhantar o evento.

Também na Capital, a programação cultural contou com as apresentações de Jaque Roque e Marcos Gattas, que apresentaram números de dança cigana e a animação do cantor e músico Caju da Rabeca.

Fechando a programação, os presentes participaram de confraternização que ocorreu na Casa das Pretas.



Assessoria para Ciência e Comunicação da AEEC-MT

Para mais informações: (65) 99911-3473 e aeecmt@gmail.com

sábado, 16 de setembro de 2023

Caminhos Ciganos estreou em Tangará da Serra

Comunidade Calon de Tangará da Serra compareceu em peso

A programação do “setembro cigano em MT”, começou às 10h do dia 01 (sexta-feira), com o circuito de lançamento do curta-metragem Caminhos Ciganos (2023 – 24’), em Tangará da Serra, cidade natal do diretor e roteirista da obra, Aluízio de Azevedo, que também coordenou os eventos ocorridos no Estado. 

Leia reportagem Eventos celebram a cultura cigana e pautam demandas políticas em Mato Grosso

Acompanhe a página do filme no Instagram: https://www.instagram.com/filmecaminhosciganos/ 

Exibido no Centro Cultural do Município, o curta foi produzido por meio do edital Audiovisual 2021 – Cine Motion da Secel-MT.

Cerca de 40 pessoas da comunidade cigana local participaram da exibição do filme e de uma confraternização na Estância Modelo, que contou com almoço e homenagem às matriarcas, as tias: Leida, Orceni, Maria Barbosa, Lúcia (in Memoriam), Cida, Coraci, Nerana, Irandi e Nelsa. 

A programação cultural ainda contou com a participação da cantora gospel cigana, Fernanda Martelli 

E animação do músico e cantor Caju.

Na ocasião, emoção tomou conta dos participantes. A comerciante, Simone Carla Rodrigues, por exemplo, pondera a importância do trabalho para quebrar preconceitos.

Parte da família na confraternização de lançamento, que ocorreu na estância Modelo

 “Adorei tudo, o almoço em família e estar com os meus primos foi muito bom. Fazia um tempinho que a gente não conseguia reunir todo mundo. O projeto está sendo maravilhoso, porque através dele as pessoas podem ver os ciganos com outros olhos. Até então, as pessoas viam os ciganos como um povo que roubava e matava, eles não viam a nossa cultura em si”, pondera Simone. 

Confira reportagem Caminhos Ciganos Projetado em praça pública e grupo Tradição Cigana são destaques em Cuiabá

Filme viaja no universo romani de Brasil, Portugal e França

De acordo com Aluízio, “em plano sequência de quase três minutos, começamos o filme assistindo de maneira completamente íntima vendo a ligação totêmica e identitária entre tio Eurípedes e o cavalo e a carroça que arreia e cuja partida leva o espectador a percorrer os caminhos ciganos entre Brasil e Portugal e imergir num dos pontos centrais relacionados historicamente aos povos ciganos, o nomadismo, cuja ligação paira no imaginário social ocidental como um aspecto cultural identitário próprio, mas cujo resultado é fruto de uma política perpétua de expulsão”.

Aluízio de Azevedo, natural de Tangará da Serra, dirigiu e roteirizou o curta, que começa na cidade

Para o produtor audiovisual, o principal diferencial do filme é que ele partiu da própria comunidade cigana, que sentiu a necessidade de se auto representar, diante de um imaginário social estereotipado e preconceituoso. “Já começamos desconstruindo essa falsa ideia do mito da liberdade do nomadismo, para mostrar que na maioria das vezes, as pessoas e comunidades ciganas foram forçadas a migrar, por meio de políticas de expulsão. A própria forma com que os Calon chegaram ao Brasil, deportados de Portugal durante todo o período colonial é o exemplo mais antigo e histórico desta questão”, pondera Zaiden.

Codiretor, diretor de produção e diretor de arte do curta, Rodrigo Zaiden

Por sua vez, a codiretora e diretora de fotografia, Karen Ferreira, destaca a proximidade e aspecto relacional que permeiam todo o filme. “Começamos dentro do universo cigano, trazendo elementos simbólicos como cavalos, carros, barraca e valores culturais, que demonstram os dois lados da mesma moeda: a violência e a perseguição histórica contra os povos ciganos por parte dos não-ciganos e do próprio estado, mas também a resistência de culturas e tradições milenares, que permaneceram e que se reconstroem entre o mundo capitalista e a própria comunidade tradicional” revela.

Co-diretora, diretora de fotografia e montadora, Karen Ferreira com meninas da comunidade de Nova Canaã, em Brasília - DF

Confira reportagem Oficina do MPF e Assembleia Geral da AEEC-MT marcam programação em Rondonópolis

Sinopse

Os caminhos que levam ao universo romani em três países, Brasil, Portugal e França, são apresentados numa narrativa poética e intimista, inspirada na estética do premiado cineasta cigano Tony Gatlif, diretor de “Lacho Drom” (1992) e “Gadjo Dilo” (1997). Em destaque as culturas ciganas vistas de dentro, valorizando imaginários próprios. A viagem inicia com a família de um cineasta de etnia Calon em Mato Grosso; que corta o Brasil e atravessa o oceano Atlântico para reencontrar com sua ancestralidade, registrando cada comunidade, suas personagens e cotidianos marcantes, nuances de manifestações culturais, modos de vida e tradições romani, como também denúncias de exclusão e perseguição históricas.

Ficha Técnica

Realização: Edital Cine Motion – SECEL-MT

Pesquisa, Roteiro e Direção: Aluízio de Azevedo

Codireção: Rodrigo Zaiden e Karen Ferreira

Produção Executiva: Irandi Rodrigues Silva

Coordenador de Produção: Rodrigo Zaiden

Produção: Kaiardon Produções

Produção Local Portugal: Pimênio Ferreira

Produção Local Brasil: Fernanda Alves Caiado

Direção de Fotografia: Karen Ferreira

Fotografia complementar: Rodrigo Zaiden e Aluízio de Azevedo

Montagem: Karen Ferreira, Aluízio de Azevedo e Juliana Corsino

Assistente de Montagem: Rodrigo Zaiden

Edição: Juliana Corsino

Finalização/Colorização: Isabela Padilha

Designer Gráfico e Webdesigner: André Victor

Assessoria de Comunicação e Imprensa: Aluízio de Azevedo

Produtora do Circuito de Lançamento: Francieska Dinarte

Secretária: Irandi Rodrigues Silva

Administrativo: Afra Catarse

Apoio: Associação Estadual das Etnias Ciganas de Mato Grosso (AEEC-MT)

Imune-MT e Casa das Pretas

Prefeitura Municipal de Tangará da Serra

Vereador de Tangará da Serra Professor Sebastian

Vereador de Rondonópolis Dico


sexta-feira, 8 de setembro de 2023

Circuito de Lançamento do curta Caminhos Ciganos em Tangará, Rondonópolis e Cuiabá

 

Circuito de Lançamento ocorreu em Tangará da Serra (01), Rondonópolis (05) e a próxima sessão será em Cuiabá neste sábado (09.09)

Após quase seis anos desde o início de sua produção, que começou em janeiro de 2017 com captações em Mato Grosso, Brasília e cidades portuguesas como Lisboa, Beja, Águeda e Moura; estreou no último dia 01 de setembro o filme Caminhos Ciganos (2023). Dirigido e roteirizado pelo cineasta cigano mato-grossense de etnia Calon, Aluízio de Azevedo, o filme foi exibido em Circuito de Lançamento que ocorreu nas três cidades mato-grossenses cujas comunidades ciganas participaram da obra.

Com financiamento do governo do Estado, por meio do Edital Cine Motion – Audiovisual 2021 da Secretaria de Estado de Cultura, Esportes e Lazer de Mato Grosso (Secel-MT), a produção tem como codiretores Rodrigo Zaiden, que assina produção e direção de arte; e Karen Ferreira, que dirigiu a fotografia e realizou a montagem. Além das comunidades ciganas brasileiras e portuguesas, o curta traz a peregrinação de Santa Sara Kali, que ocorre todo ano em 24 de maio na cidade de Saintes-Maries-De-La-Mer, em França, reunindo pessoas ciganas e não ciganas do mundo todo.

O circuito de lançamento teve início no dia 01 de setembro (sexta-feira) em Tangará da Serra, onde o filme também começa com o patriarca tio Eurípedes Alves Pereira (in memorian), homenageado da obra, mostrando a forte ligação histórica dos grupos do tronco étnico Calon com os cavalos e equinos, tanto que são conhecidos como “ciganos cavaleiros”. 

De acordo com Aluízio, “em plano sequência de quase três minutos, começamos o filme assistindo de maneira completamente íntima vendo a ligação totêmica e identitária entre tio Eurípedes e o cavalo e a carroça que arreia e cuja partida leva o espectador a percorrer os caminhos ciganos entre Brasil e Portugal e imergir num dos pontos centrais relacionados historicamente aos povos ciganos, o nomadismo, cuja ligação paira no imaginário social ocidental como um aspecto cultural identitário próprio, mas cujo resultado é fruto de uma política perpétua de expulsão”.

Já em Rondonópolis, o circuito de lançamento do filme integrou a programação do III Encontro de Cultura Cigana de Mato Grosso, que ocorreu no município entre os dias 04, 05 e 06 de setembro, no acampamento Kalon instalado na cidade. A exibição do curta aconteceu no dia 05 (terça-feira) e entre os destaques do filme traz uma animada prosa da Mestra da Cultura Mato-grossense Maria Divina Cabral, a Diva e a ativista Nilva Rodrigues, na língua cigana da etnia Calon, que no Brasil é mais conhecida como chibe. 

Finalizando o circuito de lançamento, o filme contou com projeção pública aberta na praça da Mandioca, em Cuiabá, no dia 09 de setembro (sábado), numa parceria com a Casa das Pretas/Imune e Assembleia Social. “A ideia do Circuito foi prestigiar sobretudo as pessoas ciganas que participaram do filme e que vivem nessas três cidades, sendo as primeiras a conhecer o filme que fala sobre o seu próprio universo identitário e cultural” explica o codiretor e diretor de arte, Rodrigo Zaiden. 

Para o produtor audiovisual, o principal diferencial do filme é que ele partiu da própria comunidade cigana, que sentiu a necessidade de se auto representar, diante de um imaginário social estereotipado e preconceituoso. “Já começamos desconstruindo essa falsa ideia do mito da liberdade do nomadismo, para mostrar que na maioria das vezes, as pessoas e comunidades ciganas foram forçadas a migrar, por meio de políticas de expulsão. A própria forma com que os Calon chegaram ao Brasil, deportados de Portugal durante todo o período colonial é o exemplo mais antigo e histórico desta questão”, pondera Zaiden.

Por sua vez, a codiretora e diretora de fotografia, Karen Ferreira, destaca a proximidade e aspecto relacional que permeiam todo o filme. “Começamos dentro do universo cigano, trazendo elementos simbólicos como cavalos, carros, barraca e valores culturais, que demonstram os dois lados da mesma moeda: a violência e a perseguição histórica contra os povos ciganos por parte dos não-ciganos e do próprio estado, mas também a resistência de culturas e tradições milenares, que permaneceram e que se reconstroem entre o mundo capitalista e a própria comunidade tradicional” revela.



III Encontro de Cultura Cigana de MT - Além do circuito de lançamento do filme Caminhos Ciganos, a programação do III Encontro conta com a Oficina da Plataforma de Territórios Tradicionais – Seguimento Povos Ciganos, realizada pelo Ministério Público Federal (MPF) nos dias 04 e 05; e com a Assembleia Geral da Associação Estadual das Etnias Ciganas de Mato Grosso (AEEC-MT), que comemora em 2023 seis anos de fundação e é uma das parceiras do filme. O III Encontro conta com o patrocínio da Secel-MT e da GIZ, com o apoio da AEEC-MT, Casa das Pretas/Imune e dos vereadores Dico (Rondonópolis) e Professor Sebastian (Tangará da Serra).


Sinopse

Os caminhos que levam ao universo romani em três países, Brasil, Portugal e França, são apresentados numa narrativa poética e intimista, inspirada na estética do premiado cineasta cigano Tony Gatlif, diretor de “Lacho Drom” (1992) e “Gadjo Dilo” (1997). Em destaque as culturas ciganas vistas de dentro, valorizando imaginários próprios. A viagem inicia com a família de um cineasta de etnia Calon em Mato Grosso; que corta o Brasil e atravessa o oceano Atlântico para reencontrar com sua ancestralidade, registrando cada comunidade, suas personagens e cotidianos marcantes, nuances de manifestações culturais, modos de vida e tradições romani, como também denúncias de exclusão e perseguição históricas. 



Ficha Técnica

Realização: Edital Cine Motion – SECEL-MT

Pesquisa, Roteiro e Direção Geral: Aluízio de Azevedo

Codireção: Rodrigo Zaiden e Karen Ferreira

Produção Executiva e Consultoria de Roteiro: Irandi Rodrigues Silva

Coordenador de Produção: Rodrigo Zaiden

Direção de Produção: Kaiardon Produções

Produção Local Portugal: Pimênio Ferreira

Produção Local Brasil: Fernanda Alves Caiado

Direção de Fotografia: Karen Ferreira

Fotografia complementar: Rodrigo Zaiden e Aluízio de Azevedo

Montagem: Karen Ferreira, Aluízio de Azevedo e Juliana Corsino

Assistente de Montagem: Rodrigo Zaiden

Edição: Juliana Corsino

Finalização/Colorização: Isabela Padilha

Montagem de som e trilha original: Caju

Designer Gráfico e Webdesigner: André Victor

Assessoria de Comunicação e Imprensa: Aluízio de Azevedo

Produtora do Circuito de Lançamento: Francieska Dinarte

Secretária: Irandi Rodrigues Silva

Administrativo: Afra Catarse

Outras informações: (65) 99911-3473 e filmecaminhosciganos@gmail.com

Assessoria de Comunicação Curta Caminhos Ciganos